JORNAIS E O ROMPIMENTO DO PMDB COM WAGNER
ASSESSORIA DO PARTIDO DOS TRABALHADORES NA BAHIAEm entrevista concedida para a rádio Band News (dia 7/8), o deputado federal Emiliano José (PT-BA) falou sobre o posicionamento do PT em relação ao rompimento da aliança com o PMDB. O deputado disse que o ministro Geddel Vieira Lima rompeu com um "projeto de democracia e mudança profundas, de um governo republicano, democrático e popular como o de Jaques Wagner".
"Nós derrotamos uma oligarquia que dominava a Bahia há algumas décadas, que nos levou a níveis sociais deploráveis. Iniciamos uma nova era, um novo projeto. Houve um grande esforço de Wagner para manter a aliança com o PMDB. Mas eu dizia já há algum tempo que não acreditava nisso, pois Geddel fazia uma espécie de governo paralelo. Não havia nenhuma atitude solidária com o Governo Wagner, nenhum elogio. Governo do qual ele participava com duas secretarias absolutamente importantes", acentuou.
Emiliano disse que não houve uma "gota dágua" específica para esse rompimento e, sim, um acúmulo de procedimentos do PMDB, que resolveu tocar outro projeto. "Wagner teve muita paciência e uma atitude muito civilizada. É um cidadão que respeita as diversidades e não olha para filiações partidárias. Não há atitude do governo em boicotar ninguém. Nosso presidente do PT-BA, Jonas Paulo, também sempre foi muito cuidadoso na relação com o PMDB. Mas houve provocações de todas as naturezas, grosserias de baixíssimo nível. Mas todos nós sabíamos o que estava ocorrendo, já estava evidente. Agora vamos seguir com nossa perspectiva de continuar as mudanças profundas na Bahia e lutar para reeleger o governador Jaques Wagner".
Quanto às eleições de 2010, Emiliano disse não prever um clima de bate boca. "Não vamos trabalhar na linha de retaliação. Não queremos "baixar o nível". Vamos apresentar resultados do governo, o que estamos fazendo na Bahia. Vamos destacar a importância do programa Água para Todos, que está mudando a vida do povo baiano; o Todos pela Alfabetização (TOPA), o maior programa do gênero em todo o País; as mudanças na infra-estrutura. Vamos discutir projetos para mostrar como estamos mudando o Estado".
O parlamentar encerrou dizendo que o PT não quer nenhum aliado com o estilo de Geddel Vieira Lima. "Queremos companheiros como o presidente Lula e o governador Jaques Wagner. Pessoas que querem discutir projetos, pois pretendemos continuar com as transformações profundas".
"Nós derrotamos uma oligarquia que dominava a Bahia há algumas décadas, que nos levou a níveis sociais deploráveis. Iniciamos uma nova era, um novo projeto. Houve um grande esforço de Wagner para manter a aliança com o PMDB. Mas eu dizia já há algum tempo que não acreditava nisso, pois Geddel fazia uma espécie de governo paralelo. Não havia nenhuma atitude solidária com o Governo Wagner, nenhum elogio. Governo do qual ele participava com duas secretarias absolutamente importantes", acentuou.
Emiliano disse que não houve uma "gota dágua" específica para esse rompimento e, sim, um acúmulo de procedimentos do PMDB, que resolveu tocar outro projeto. "Wagner teve muita paciência e uma atitude muito civilizada. É um cidadão que respeita as diversidades e não olha para filiações partidárias. Não há atitude do governo em boicotar ninguém. Nosso presidente do PT-BA, Jonas Paulo, também sempre foi muito cuidadoso na relação com o PMDB. Mas houve provocações de todas as naturezas, grosserias de baixíssimo nível. Mas todos nós sabíamos o que estava ocorrendo, já estava evidente. Agora vamos seguir com nossa perspectiva de continuar as mudanças profundas na Bahia e lutar para reeleger o governador Jaques Wagner".
Quanto às eleições de 2010, Emiliano disse não prever um clima de bate boca. "Não vamos trabalhar na linha de retaliação. Não queremos "baixar o nível". Vamos apresentar resultados do governo, o que estamos fazendo na Bahia. Vamos destacar a importância do programa Água para Todos, que está mudando a vida do povo baiano; o Todos pela Alfabetização (TOPA), o maior programa do gênero em todo o País; as mudanças na infra-estrutura. Vamos discutir projetos para mostrar como estamos mudando o Estado".
O parlamentar encerrou dizendo que o PT não quer nenhum aliado com o estilo de Geddel Vieira Lima. "Queremos companheiros como o presidente Lula e o governador Jaques Wagner. Pessoas que querem discutir projetos, pois pretendemos continuar com as transformações profundas".
BLOG PIMENTA NA MUQUECA
“APOSTEI NA UNIDADE E O PMDB, NA DIVISÃO”sábado, agosto 8th, 2009
O governador Jaques Wagner falou ontem com a imprensa sobre os rumos do governo, sem o PMDB. Ele criticou a postura do ex-aliado e afirmou que tem apostado na unidade e no bom senso, enquanto o partido do ministro Geddel Vieira Lima preferiu investir na divisão.
“Na política, você avança juntando e não espalhando”, disse Wagner. Ele frisou que ontem mesmo começou a discutir as substituições das vagas abertas com a saída do PMDB (secretarias de Infraestrutura, Indústria, Comércio e Mineração e Ciência Tecnologia e Inovação, além de aproximadamente 500 cargos nos escalões inferiores).
O governador assegurou que o governo não muda, pois “o comando é único”.
O governador Jaques Wagner falou ontem com a imprensa sobre os rumos do governo, sem o PMDB. Ele criticou a postura do ex-aliado e afirmou que tem apostado na unidade e no bom senso, enquanto o partido do ministro Geddel Vieira Lima preferiu investir na divisão.
“Na política, você avança juntando e não espalhando”, disse Wagner. Ele frisou que ontem mesmo começou a discutir as substituições das vagas abertas com a saída do PMDB (secretarias de Infraestrutura, Indústria, Comércio e Mineração e Ciência Tecnologia e Inovação, além de aproximadamente 500 cargos nos escalões inferiores).
O governador assegurou que o governo não muda, pois “o comando é único”.
JORNAL A TARDE
Três secretarias de Estado, sete órgãos e empresas públicas e aproximadamente 500 cargos na administração. É com este capital político e espaço na máquina pública que o governador Jaques Wagner conta para atrair novos aliados e consolidar sua chapa à reeleição em 2010, após a saída do PMDB de sua base. Nesta sexta,07, concluindo o desembarque peemedebista, o secretário de Ciência e Tecnologia, Ildes Ferreira, ligado ao deputado federal Colbert Martins (PMDB), entregou carta com pedido de exoneração, um dia depois de o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) anunciar o rompimento e chamar o governo Wagner de “medíocre”.
Nesta sexta, o governador se reuniu com seu núcleo político e secretários, já trabalhando na recomposição do governo, mas preferiu não adiantar nomes. Fato é que, com a saída do PMDB, que segunda-feira vai oficializar também o distanciamento da bancada governista no Legislativo, o governador vai partir com força para atrair e fortalecer a relação com legendas como o PDT, PR, PP, PTB, PRB e PSC.
Tudo isso para garantir sua reeleição, com chapa competitiva em 2010, que não sinta o baque da perda de um aliado fundamental para sua vitória em 2006 e que hoje possui 115 prefeituras no Estado e bancada estadual de oito deputados.
Maioria – Além de assegurar que não haverá descontinuidade no governo com a saída do PMDB, o governador minimizou a possibilidade de fragilização de sua base na Assembleia. “Mesmo o PMDB saindo, mantemos uma maioria de membros na nossa base e, a partir daqui, trabalharemos com essa nova realidade, sem nenhum problema”.
TRIBUNA DA BAHIA
Política Geddel e PMDB faziam governo paralelo, diz Emiliano
Publicada: 08/08/2009 Atualizada: 08/08/2009
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Em entrevista concedida para a rádio Band News, o deputado federal Emiliano José (PT-BA) falou sobre o posicionamento do PT em relação ao rompimento da aliança com o PMDB. O deputado disse que o ministro Geddel Vieira rompeu com um “projeto de democracia e mudança profundas, de um governo republicano, democrático e popular como o de Jaques Wagner”. “Nós derrotamos uma oligarquia que dominava a Bahia há algumas décadas, que nos levou a níveis sociais deploráveis. Iniciamos uma nova era, um novo projeto. Houve um grande esforço de Wagner para manter a aliança com o PMDB. Mas eu dizia já há algum tempo que não acreditava nisso, pois Geddel fazia uma espécie de governo paralelo. Não havia nenhuma atitude solidária com o Governo Wagner, nenhum elogio. Governo do qual ele participava com duas secretarias absolutamente importantes”, acentuou. Emiliano disse que não houve uma “gota d’água” específica para esse rompimento e, sim, um acúmulo de procedimentos do PMDB, que resolveu tocar outro projeto. “Wagner teve muita paciência e uma atitude muito civilizada. É um cidadão que respeita as diversidades e não olha para filiações partidárias. Não há atitude do governo em boicotar ninguém. Nosso presidente do PT-BA, Jonas Paulo, também sempre foi muito cuidadoso na relação com o PMDB. Mas houve provocações de todas as naturezas, grosserias de baixíssimo nível. Mas todos nós sabíamos o que estava ocorrendo, já estava evidente. Agora vamos seguir com nossa perspectiva de continuar as mudanças profundas na Bahia e lutar para reeleger o governador Jaques Wagner”. Quanto às eleições de 2010, Emiliano disse não prever um clima de bate-boca. “Não vamos trabalhar na linha de retaliação. Não queremos ‘baixar o nível’. Vamos apresentar resultados do governo, o que estamos fazendo na Bahia. Vamos destacar a importância do programa Água para Todos, que está mudando a vida do povo baiano; o Todos pela Alfabetização, o maior programa do gênero em todo o País; as mudanças na infraestrutura. Vamos discutir projetos para mostrar como estamos mudando o Estado”.
BLOG BAHIA NOTICIAS
WAGNER, O ROMPIMENTO E A FOME DE CARGOS
12:49:15
O rompimento entre o PT e o PMDB criou um problema para o governador Jaques Wagner não tão inesperado assim. O governador terá que redistribuir os cargos com os partidos políticos, atraindo-os para a sua base, e recompondo o seu governo para cumprir o restante do mandato que tem. Já existem informações de que sindicalistas que ficaram (ao lamber sabão) estão assanhados para conseguir um 'empreguinho'. Com os partidos grandes, Wagner pode negociar. Com os nanicos, que não têm quadros, será problema. A suposto, o governador Jaques Wagner vai enfrentar problemas difíceis pela frente para recompor a sua gestão. E, segundo já se comenta, o secretário de Relações Institucionais (política), Rui Costa, deve ir neste domingo à Igreja do Bonfim implorar ao santo muita paciência para analisar a montanha de currículos que receberá. Sem se falar dos que estão ocupando cargos na cota do PMDB e vão alegar, na mais perfeita traição, que já mudou e apoia Wagner desde a infância.
12:49:15
O rompimento entre o PT e o PMDB criou um problema para o governador Jaques Wagner não tão inesperado assim. O governador terá que redistribuir os cargos com os partidos políticos, atraindo-os para a sua base, e recompondo o seu governo para cumprir o restante do mandato que tem. Já existem informações de que sindicalistas que ficaram (ao lamber sabão) estão assanhados para conseguir um 'empreguinho'. Com os partidos grandes, Wagner pode negociar. Com os nanicos, que não têm quadros, será problema. A suposto, o governador Jaques Wagner vai enfrentar problemas difíceis pela frente para recompor a sua gestão. E, segundo já se comenta, o secretário de Relações Institucionais (política), Rui Costa, deve ir neste domingo à Igreja do Bonfim implorar ao santo muita paciência para analisar a montanha de currículos que receberá. Sem se falar dos que estão ocupando cargos na cota do PMDB e vão alegar, na mais perfeita traição, que já mudou e apoia Wagner desde a infância.
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