FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS SOFREM PUNIÇÃO POR TEREM FEITO GREVE DE ADVERTÊNCIA
ESTE É O GOVERNO GENTE QUE CUIDA DA GENTE QUE CONTINUA MOSTRANDO ÀS UNHAS.
Pesquisa aponta ascensão de Wagner e reeleição no 1º turno Pesquisa realizada pelos Institutos Vox Populi/Band/iG entre os dias 17 e 20 de julho, apontou mais um avanço para os petistas. O levantamento mostra vantagem do atual governador e candidato à reeleição, Jaques Wagner, na disputa pelo governo do Estado, com folga de 22% em relação ao segundo colocado.
Jaques Wagner aparece na liderança com 43% das intenções de voto do eleitorado na pesquisa estimulada, com avanço de dois pontos percentuais em relação a última sondagem realizada em maio. De acordo com os dados divulgados, se as eleições fossem hoje, Wagner venceria em primeiro turno.
Na visão do presidente estadual do PT, Jonas Paulo, os números divulgados pelo Vox Populi/Band/iG, demonstra um quadro de consolidação do voto em Wagner, expresso na aprovação do seu atual governo e no crescimento da candidatura de Dilma desde outubro “A sondagem revela a identidade profunda do nosso projeto com o nacional e, consequentemente, reforça a tendência a vitória já no primeiro turno. É o que vem sendo demonstrado em todas as pesquisas”, afirmou.
O presidente avaliou também que há uma tendência ainda maior para ampliação deste quadro, demonstrado durante os eventos realizados pelo interior, que, segundo o presidente, tem resultado na incorporação massiva e entusiasmada de lideranças políticas (prefeitos, ex- prefeitos, vereadores, empresários, dirigentes partidários, sindicais e de entidades sociais).
Secom PT BA
Wagner leva presentes de aniversário a Itabuna O governador e candidato à reeleição, Jaques Wagner, relacionou na tarde desta terça (27) os presentes de aniversário que levou a Itabuna, município que amanhã completa um século de emancipação: a barragem do Rio Colônia, cujo projeto já está pronto e vai resolver de vez o abastecimento de água da região; a duplicação da BR 415, com o projeto já entregue pelo Derba e ao DNIT, com a previsão de a obra ser iniciada ainda neste mês de julho; além disso, o secretário de Saúde, Jorge Solla chega à cidade nesta quarta (28) para entregar equipamentos à Santa Casa de Misericórdia e ao Hospital de Base, no valor de 1,5 milhão.
O encontro regional de lideranças reuniu 2,5 mil pessoas na AABB, representando 56 municípios do sul da Bahia, e nele Wagner reafirmou que hoje consegue conversar com todos os prefeitos, de todos os partidos: "Respeito a escolha do povo, assim como eu respeito, eu também exijo respeito", declarou. Wagner comentou a pesquisa Datafolha que avaliou a performance dos governadores e o colocou como o segundo melhor do Brasil: "As condições foram diferentes. O governador de Pernambuco pegou a máquina azeitada e aqui encontramos a gaveta vazia", disse, acrescentando que os números revelam que o governo está no rumo correto.
"Não deixo de dormir por conta de pesquisa, continuou Wagner, não fico triste nem alegre. Por isso estou aqui. Tenho consciência do bom trabalho que tenho desenvolvido. Nesses três anos e meio de governo passei em 340 municípios, mas tenho obras nos 417. Em cada município não precisa ter uma grande obra, mas às vezes um simples ponto de luz pode ser o resgate de cidadania".
O governador lembrou ainda que de janeiro de 2007 até agora foram criados na Bahia 240 mil empregos, número superior ao que foi gerado de 1994 a 2006. No caso da saúde em Itabuna, Jorge Solla equipamentos para UTI neonatal e emergência do Hospital de Base e, na Santa Casa, novos serviços de radioterapia, cardiologia e cirurgia bariátrica.
Fonte: suowagner13.com.br
PARA GERALDO, PESQUISA MAIS AMPLA DARIA VANTAGEM AINDA MAIOR A WAGNER
No Datafolha divulgado no último sábado, 24, o governador e candidato à reeleição apareceu com 44% das intenções de voto, ante 23% do ex-governador Paulo Souto (DEM) e do ex-ministro Geddel Vieira Lima (13%), além de 1% para Bassuma (PV), mesmo percentual do Professor Carlos (PSTU).
Geraldo observa que levantamentos internos e com cerca de 3 mil entrevistados apontam para uma diferença maior. Ele também acredita que Wagner terá capacidade de fazer os dois nomes ao Senado Federal.
No Datafolha, porém, o adversário César Borges (PR) aparece com 34%, enquanto os governistas Lídice da Mata (PSB) e Walter Pinheiro (PT) têm, respectivamente, 26% e 20% das intenções de voto.
INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA
Deputado federal candidato à reeleição, Geraldo Simões recepcionará o governador Jaques Wagner em Itabuna, nesta terça, 27. Às 14h, Wagner promove evento de sua candidatura na AABB local. Apesar das críticas à presença tímida do governo petista no eixo Ilhéus-Itabuna, Geraldo sai em defesa do Galego. Diz que o governo baiano liberou R$ 80 milhões para as negociações de dívidas dos produtores no PAC do Cacau.
O deputado diz que o governo de Wagner olhou com mais carinhos para o sul da Bahia. “O Porto Sul, o maior complexo logístico da história recente do estado, só vai acontecer em Ilhéus, porque tem um governador que olha a Bahia como um todo”.
E cutuca adversários de Wagner: “Se fosse em governos passados, esses investimentos de R$ 6 bilhões iriam para o Porto de Aratu. Antes, tudo era para a Região Metropolitana”.
Num desses exemplos de concentração, Geraldo aponta a indústria da Semp Toshiba na Bahia. “A empresa foi para Salvador, quando deveria estar instalada em Ilhéus, sendo âncora do nosso Polo de Informática”.
WAGNER É O 2º MELHOR AVALIADO EM RANKING DATAFOLHA
O ranking do Datafolha foi obtido por meio das pesquisas de opinião feitas pelo instituto em oito dos principais estados brasileiros. O terceiro no levantamento é Orlando Pessuti (PMDB), do Paraná, com 6,3, mesma nota atribuída ao quarto, o também peemedebista Sérgio Cabral, do Rio de Janeiro, que perde no quesito popularidade.
O ranking traz em quinto lugar o tucano Antonio Anastasia, governador de Minas Gerais e dono da nota 6,2. O governador paulista Alberto Goldman, filiado ao PSDB, aparece em sexto, com 5,7. A tucana Yeda Crusius obtém nota 4,9 e figura em sétimo lugar. A governadora do Rio Grande do Sul esteve para ser cassada por conta de corrupção no seu governo e denúncias de “caixa 2″ na campanha.
Quem figura em último lugar é o peemedebista Rogério Rosso. Governador do Distrito Federal, ele recebeu nota 4,8 dos eleitores. Caso seja assinante, você pode conferir mais detalhes da pesquisa no site da Folha (clique aqui).
O ranking do Datafolha
1º Eduardo Campos (PE) – 7,7
2º Jaques Wagner (BA) – 6,6
3º Orlando Pessuti (PR) – 6,3
4º Sérgio Cabral (RJ) – 6,3
5º Antonio Anastasia (MG) – 6,2
6º Alberto Goldman (SP) – 5,7
7º Yeda Crusius (RS) – 4,9
8º Rogério Rosso (DF) – 4,8
A QUEM INTERESSA PESQUISA MANIPULADA?
Sobre a manipulação do Datafolha, o mais que se comenta na rede é sobre o resultado de Pernambuco.Dilma assume a diantera nas pesquisas, de acordo com o Vox Populi
No último levantamento divulgado pelo instituto, em 29 de junho, Dilma aparecia com 40%, contra 35% de Serra e 8% de Marina. Em relação a junho, a ex-ministra da Casa Civil cresceu um ponto, enquanto o ex-governador de São Paulo caiu dois — a margem de erro é de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos.
A pesquisa mostra ainda que os votos brancos e nulos somam 4% e que 13% dos eleitores entrevistados ainda não decidiram em quem votar. De acordo com os números do Vox Populi, a petista derrotaria o tucano em um eventual segundo turno por 46% a 38%.
Na pesquisa espontânea, Dilma aparece com 28%; Serra, com 21%; e Marina, com 4%. Até o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não é candidato, foi lembrado por 4% dos entrevistados.
As pesquisas da Vox Populi foram feitas entre os dias 17 e 20 deste mês. No âmbito nacional, foram ouvidas 3 mil pessoas, com o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nº 19.920/10. Nos questionamentos em relação às disputas estaduais citadas na coluna Brasília-DF, o instituto ouviu, em São Paulo, 1,5 mil pessoas. O registro dessa pesquisa no TSE é o de número 19.929/10. No Paraná, o registro da pesquisa é 19.928/10 e foram consultados 800 eleitores. No Rio Grande do Sul, o registro é o de nº 19.924/10 e também foram ouvidas 800 pessoas. No Rio de Janeiro e em Minas Gerais, foram ouvidas mil pessoas em cada estado e os registros são os de número 19.922/10 e 19.921/10, respectivamente.
PESQUISAS ELEITORAL, DATAFOLHA MOSTRA QUE WAGNER SERIA REELEITO NO PRIMEIRO TURNO
A pesquisa do “Datafolha” sobre a sucessão estadual mostrou se a eleição fosse hoje o governador Wagner seria reeleito no primeiro turno.
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Abaixo o resultado da pesquisa estimulada:
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Wagner (PT). 44%
Paulo Souto (DEM). 23%
Geddel Vieira Lima (PMDB). 12%
Luiz Bassuma (PV). 1%
Professor Carlos (PSTU). 1%
Marcos Mendes (PSOL). Não pontuou.
Sandra Santa Bárbara (PCB) não pontuou.
Não opinaram: 13%
Nulo ou em branco: 6%.
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Abaixo resultado da pesquisa espontânea:
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Wagner (PT). 26%
Paulo Souto (DEM). 7%
Geddel Vieira Lima (PMDB). 4%
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A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com o número 51.059/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 20.164/2010.
SEMPRE FUI A FAVOR DO TRANSPORTE GRATUITO PARA OS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIO PORQUE SEI O QUE ELES PASSAM
GUARDA MUNICIPAL ENTRA EM GREVE NESTE SÁBADO
Entrevista com Dilma na TV Brasil
Política Externa
Coalizão
O Brasil é um país com muita diversidade de opiniões e pontos de vista diversos nos estados. Por isso, acredito na coalizão e temos que caminhar para essa prática no Brasil. Tem de construir um leque de alianças e estruturar propostas para o governo. Vou lutar para construir alianças políticas transparentes e que, na montagem do governo, se respeite essa coligação com critérios técnicos.
Sou contra a visão da ditadura que políticos teriam que ser tirados da pauta e apenas tecnocratas governariam o Brasil.
Lula
O Brasil está preparado para ter uma mulher presidente. Ele [o presidente] tem uma imensa capacidade de envolvimento, persuasão, e sabe escutar. Aprendi muito com ele. Não tenho a menor pretensão de substituir o presidente. Ele é uma pessoa, e eu sou outra. Mas acredito que vou honrar o legado dele, que é o que ele mais ama, que é o povo brasileiro. Isso eu vou fazer: cuidar do povo brasileiro. Mas eu vou me esforçar para compensar [o carisma] com muito trabalho.
Estão fazendo ilações infundadas, jogando informações sem prova e, sobretudo, cometendo injúria e difamação sem provas. A gente tem que ter cautela e cuidado para não fazer insinuações que só tendem a beneficiar alguém no momento eleitoral. Acho que todas as acusações só podem ser feitas com provas.
Educação
Todas as avaliações mostram que se tem qualidade na educação quando há mais professores com ensino superior e com pós-graduação. Para ter qualidade, temos de exigir que nossos professores tenham curso superior e pós-graduação e pagar muito melhor que os pagamos hoje. Como é que o jovem que está estudando matemática vai ser professor se no estado mais rico do país [São Paulo] ele ganha R$ 1,8 mil? Precisamos de professores de Física e de Química. O salto que o país precisa dar depende do professor.
Liberdade de Imprensa
Reforma Tributária
O governo tem de olhar se os recursos estão sendo usados da forma devida. A gente tem de procurar a melhoria da aplicação dos recursos arrecadados nos serviços prestados. De forma imediata não tem como [abrir mão da arrecadação]. Sou a favor da redução da carga tributária. Reduzimos o IPI de forma significativa, violentamente, dos automóveis, da linha branca e da construção. E houve um problema grave para os municípios e estados. Se tirasse a arrecadação tinha município que não sobreviveria. (Do portal Dilma13.com.br)
SALUTE QUÆ SERÁ TAMEN
A saúde tem sido objeto de muita discussão. Observe que para um corpo estar sadio é preciso alimentação. É condição essencial a nutrição adequada para que o corpo se equilibre e possa fazer frente aos vários tipos de enfermidades. O governo petista de Lula desenvolveu vários programas e na continuidade Dilma fará as ampliações necessárias.
Foram melhoradas as estruturas de atendimento médico em todo o país através de instrumentos simples e eficientes como o Programa Saúde da Família, do SAMU 192, das farmácias populares e o Brasil sorridente. Esses programas deverão ser estendidos e complementados com 500 unidades de Pronto Atendimento, que devem funcionar 24 horas e 8.600 novas unidades Básicas de Saúde.
O país cresce e gradualmente os benefícios do desenvolvimento vão sendo devolvidos àqueles que são os instrumentos, os artífices desse progresso e que durante muito tempo minguaram atrás de seus direitos mais elementares..Equilibrada a economia através da atuação petista, das inúmeras riquezas que estão sendo descobertas e produzidas, o país finalmente pode dar uma condição melhor de saúde a seus cidadãos.
Ontem, Lula chorou. Ao falar em um ato em que se garantia direitos a uma população marginalizada até então. Lula e o PT sabem que ainda existe muito a fazer pela população mais carente.
A saúde é um direito constitucionalmente assegurado, não pode ser privilégio de quem pode pagar, pois a vida de um rico e a de um pobre, possuem o mesmo valor. QuandoDilma fala em construir, ampliar, melhorar, na verdade está falando de um país que está crescendo e ninguém acredita na “velha” fórmula de aumentar o bolo para depois dar a todos fatia maior. Os programas de saúde, as melhorias, precisam de continuidade na mesma velocidade que crescem a capacidade econômica do país e as necessidades da sociedade.
HILDA SUZANA VEIGA SETTINERI
Aliados de Dilma lideram pesquisas
Desde que a campanha eleitoral iniciou-se oficialmente, no último dia 6 de julho, nenhuma pesquisa de intenção de voto para presidente foi divulgada. Mas oito pesquisas estaduais foram. Nelas, candidatos da base de apoio ao governo Lula lideram em sete dos oito estados em que as pesquisas foram realizadas. A única exceção é o Distrito Federal, onde o aliado de José Serra, Joaquim Roriz (PSC), ainda mantém a dianteira..
Nos demais estados que tiveram pesquisas divulgadas (RS, ES, CE, SC, AC, MG e PE), os candidatos que pertencem a partidos aliados do governo Lula e que na sua maioria apoiam a candidatura de Dilma Rousseff à presidência lideram nas intenções de voto. No AC, PE, ES e CE os candidatos dilmistas podem vencer no primeiro turno. Em MG e RS, aliados de Dilma lideram (o peemedebista Hélio Costa, em Minas; e o petista Tarso Genro, no Rio Grande do Sul), mas deve haver segundo turno nestes estados. Em Santa Catarina, a candidata que lidera a disputa pelo governo estadual, Angela Amin, mantém-se neutra na corrida presidencial, mas seu partido, o PP, apoia Dilma informalmente.
O eleitor brasileiro, historicamente, costuma diferenciar as candidaturas estaduais e federal. O voto num candidato de determinado partido para o governo estadual nem sempre influencia a opção do eleitor para a presidência. Prova disso é o Acre, onde o candidato petista ao governo, Tião Viana, lidera com 63% dos votos, mas a também petista Dilma Rousseff está em terceiro na disputa presidencial, com 16% das intenções de voto dos eleitores acrianos. Porém, é preciso considerar que até 3 de outubro há muita campanha para acontecer e os programas de TV dos candidatos terão grande impacto na decisão do eleitorado, quando ficar mais claro para os eleitores a que grupos políticos e a quais projetos cada candidato está vinculado.
Veja abaixo um resumo das pesquisas estaduais divulgadas no mês de julho:
PERNAMBUCO
Em Pernambuco, o governador Eduardo Campos (PSB), aliado de Dilma, ampliou em sete pontos percentuais a vantagem em relação ao seu principal adversário, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), que apoia José Serra. Eduardo agora tem 62% contra 24% de Jarbas. Na pesquisa anterior, do instito Exatta, publicada pelo Diario de PErnambuco há pouco mais de um mês, o placar eleitoral apontava 61% a 30% a favor do candidato socialista.
Com exceção de Edinho Silva (PSOL) que atingiu 1%, os demais candidatos ao governo estadual não pontuaram na pesquisa. São eles Sérgio Xavier (PV), Anselmo Campelo (PRTB ), Jair Pedro (PSTU) e Roberto Numeriano (PCB). O levantamento foi realizado entre os dias 13 a 16 de julho.
Na disputa presidencial, um outro instituto, Maurício de Nassau, mediu as intenções de voto para a corrida ao Planalto. Dilma Rousseff lidera com folga entre os eleitores pernambucanos. A petista obteve, na pesquisa estimulada, 52% das intenções de votos, contra 23% de José Serra (PSDB) e 4% para Marina Silva (PV). A soma dos demais candidatos é de 1% apenas.
A disputa pelo Senado em Pernambuco está em bloco: Marco Maciel (DEM) e Humberto Costa (PT) lideram as pesquisas empatados com 42%. Armando Monteiro Neto (PTB) vem em terceiro com 22% e Raul Jungmann (PPS) em quarto com 11%.
ACRE
O candidato do PT, Tião Viana, lidera a disputa pelo Governo do Estado com 63% das intenções de voto. Venceria facilmente no primeiro turno. O segundo colocado é o candidato do PSDB, Tião Bocalom, com 18%. Gouveia (Tijolinho), que disputa a eleição pelo PRTB, aparece com 2%. Os votos brancos e nulos totalizam 4%. Eleitores indecisos são 13%. A pesquisa é do instituto Ibope e foi realizada entre os dias 12 e 14 de julho de 2010.
Na disputa presidencial, um quadro diferenciado em relação à realidade nacional: José Serra (PSDB), aparece na frente com 39%. A candidata do PV, Marina Silva, que é do Acre, é a segunda colocada nas intenções de voto, com 29%, enquanto a petista Dilma Roussef tem 16%.
Para o Senado, Jorge Viana (PT) lidera disparado com 67% das intenções de voto. Em patamar inferior, Petecão (PMN) aparece em segundo lugar, com 31%, seguido por Edvaldo Magalhães, do PCdoB, com 27%. O peemedebista João Correia tem 11% das intenções de voto para o Senado.
Eleitores indecisos totalizam 26%. Votos em branco ou eleitores que declaram intenção de anular voto somam 5%.
CEARÁ
Pesquisa Datafolha realizada no Ceará aponta um franco favoritismo do governador Cid Gomes (PSB), candidato à reeleição. Irmão de Ciro Gomes, Cid emerge na pesquisa com 47% das intenções de voto. Os dados encontram-se publicados na edição desta segunda-feira (19) do diário O Povo. O segundo colocado é o ex-tucano Lúcio Alcântara, hoje no PR. Ele obteve 26%. Bem atrás, na terceira colocação, surge Marcos Cals (PSDB), com 7%.
Há outros quatro postulantes ao governo cearense. Francisco Gonzaga (PSTU) atingiu 2%. Soraya Tupinambá (PSOL), 1%. Marcelo Silva (PV) e Maria da Natividade (PCB) obtiveram pontuações abaixo de 1%.
O Datafolha não divulgou resultados para a disputa presidencial e ao Senado no Ceará.
ESPÍRITO SANTO
Líder nas intenções de voto no período da pré-campanha, o senador Renato Casagrande (PSB) se mantém na dianteira na corrida eleitoral no Espírito Santo com 59,8% das intenções de voto, contra 19,6% de seu principal adversário, o deputado federal Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB). A distância entre os dois candidatos ao governo chegou a 40,2 pontos percentuais, segundo apontou a primeira pesquisa Fecomércio/Futura para o jornal A Gazeta após o registro das candidaturas. A ex-deputada estadual Brice Bragato (PSOL) obteve 2,8% das intenções, ao passo que o advogado Gilberto Caregnato (PRTB) marcou 1%.
Com relação à disputa presidencial, Serra lidera na preferência do eleitorado capixaba com 40,6% seguido por 32,8% da ex-ministra Dilma Rousseff. Numa comparação com as últimas duas pesquisas Fecomércio/Futura/A Gazeta é a segunda vez em que se registrou uma queda na diferença entre o tucano e a petista no Estado na consulta estimulada, hoje em 7,8 pontos percentuais. Em maio, Serra teve 44,8%, contra 24,9% de Dima. Marina Silva aparece com 8,5%, um crescimento de 0,5 ponto percentual em relação a junho. José Maria de Almeida, o Zé Maria (PSTU), e José Maria Eymael (PSDC) obtiveram 0,5% cada. Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) marcou 0,5%. Ivan Pinheiro (PCB) e Rui Costa Pimenta (PCO) registraram 0,1% cada um. Américo de Souza (PSL) não obteve pontuação. Os indecisos totalizaram 12% e brancos e nulos, 4,6%.
Não foi feita pesquisa para o Senado.
MINAS GERAIS
Alvo de contestação por parte do PSDB, a pesquisa Sensus para o governo de Minas Gerais mostra que o candidato do PMDB, Hélio Costa, mantém a liderança com 43,4%. O governador Antonio Anastasia (PSDB), candidato à reeleição e apoiador de José Serra, aparece com 21,5% da preferência do eleitorado. Os candidatos José Fernando (PV) e Vanessa Portugal (PSTU) dividem o terceiro lugar com exatos 2,3% cada um. Os eleitores indecisos, e os que votariam em branco ou nulo som 28,1%. A pesquisa foi feita entre os dias 8 e 11 de julho.
Na disputa presidencial, Dilma Rousseff (PT) aparece na frente com 35,5%, seguida de José Serra (PSDB), com 34% e Marina Silva (PV), com 9,2%. A margem de erro é de 2,5 pontos. Brancos, nulos e indecisos somam 19,7%.
Para o Senado, o ex-governador Aécio Neves (PSDB) lidera a disputa com 37,4%, seguido por Itamar Franco (PPS) com 22,3%. O petista Fernando Pimentel aparece em terceiro, com 11% das intenções de voto. Marilda Terezinha Fonseca (PSOL) é a quarta colocada na disputa, com 1%.
SANTA CATARINA
A última pesquisa divulgada pelo Instituto Ibope e encomendada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil da Grande Florianópolis (Sinducon) segue demonstrando a liderança da candidata do PP, Ângela Amin, pela corrida ao governo de Santa Catarina. No cenário com os seis candidatos que disputam a eleição, Ângela obtem preferência de 37% dos eleitores, enquanto o segundo colocado Raimundo Colombo (DEM) fica com 20%. A candidata do PT, Ideli Salvatti, aparece em terceiro com 13%. O palanque de Dilma no Estado é o de Ideli Salvatti. Angela Amin mantém-se neutra, apesar do apoio de seu partido, o PP, à candidatura de Dilma. Raimundo Colombo apoia Serra, mas seu vice, que é do PMDB, está com Dilma.
Quanto à corrida presidencial, o tucano José Serra lidera as preferências para o primeiro turno com 46% das intenções, sendo que a candidata Dilma Rousseff fica 30% e Marina Silva, 7%. O levantamento foi realizado entre os dias 7 e 9 de julho, com margem de erro de 3 pontos para cima ou para baixo.
Para o Senado, os cinco candidatos melhor colocados são, na ordem, Luiz Henrique da Silveira (PMDB) comn42%; Paulo Bauer (PSDB) 22%; Hugo Biehl (PP) 12%; Cláudio Vignatti (PT) 8% e Eliabete Tiscoski (PP) com 5%. O número de indeciso é grande: 57%.
RIO GRANDE DO SUL
Pesquisa Ibope sobre as eleições para o governo do Estado, encomendada pelo Grupo RBS, mostra o candidato do PT, Tarso Genro, liderando com 39% das intenções de voto. José Fogaça (PMDB) aparece em segundo lugar, com 29%, e a governadora Yeda Crusius (PSDB), com 15%. Os outros candidatos aparecem com 1% ou menos das intenções de voto. A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 8 de julho. Tarso apoia Dilma. Fogaça está neutro, apesar do PDMB nacional estar com Dilma. O palanque de Serra no Estado restringe-se à candidatura de Yeda Crusius.
Na disputa presidencial, Serra aparece na frente com 46% das intenções de voto dos gaúchos. Dilma Rousseff tem 37% e Marina Silva 6%. Já na pesquisa espontânea, Serra e Dilma estão tecnicamente empatados com 27% para o tucano e 24% para a candidata petista.
Para o cargo de senador pelo Estado do Rio Grande do Sul, somando-se as duas menções, os candidatos Germano Rigotto (PMDB) e Paulo Paim (PT) aparecem empatados com 46% das intenções de voto. Em seguida vem Ana Amélia Lemos (PP), com 40%. Os demais candidatos aparecem em patamar inferior (com no máximo 5% das menções), enquanto 26% dos eleitores estão indecisos sobre o seu voto para o Senado e 7% têm intenção de votar em branco ou anular o voto.
DISTRITO FEDERAL
Na primeira pesquisa publicada pelo Instituto Dados depois das convenções partidárias e do registro das candidaturas, a vantagem que Joaquim Roriz, candidato do PSC e apoiador de Serra, tem para Agnelo Queiroz, do PT, foi reduzida em relação a todos os cenários anteriores. Roriz obteve 36,3% das intenções de voto. Agnelo Queiroz, que apoia Dilma, aumentou sua intenção em relação às outras pesquisas do instituto, chegando pela primeira vez à marca de 27,5%. A diferença caiu para 8,8 pontos percentuais. O terceiro colocado é Antônio Carlos de Andrade, o Toninho do PSOL, que obteve apenas 2,2%. Os demais candidatos não alcançaram 1%.
O Instituto Dados também ouviu os eleitores do Distrito Federal sobre a intenção de voto para presidente da República. Em pesquisa estimulada, Dilma Rousseff foi a primeira colocada, com índice de 31,3%. José Serra vem em segundo com 26,3%. Os números mostram certa consolidação da liderança de Dilma no DF. Marina Silva, do PV, mostrou que Brasília é um dos lugares em que sua candidatura está mais bem cotada. Ela teve 15,8%. Os demais postulantes ao Planalto não alcançaram 1%. O estudo foi realizado entre os dias 10 e 15 de julho.
Não há dados disponíveis sobre a disputa para o Senado.
Da redação,
Cláudio Gonzalez, com agências
seg , 19/7/2010
As declarações de Índio da Costa, procurando estabelecer vínculos entre as FARC, o narcotráfico e a campanha de Dilma Rousseff são um escândalo — mas é preciso reconhecer que guardam coerência com sua legenda.
Herdeiro do PFL da ditadura militar o DEM possui políticos respeitáveis em seus quadros. Seria errado e injusto generalizar.
Mas embora tenha até mudado de nome o partido dá mostras seguidas de que jamais acertou as contas com seu passado sob o regime dos generais. Isso ficou claro num episódio constrangedor, quando Dilma Rousseff foi ao Congresso falar sobre uma crise na Receita Federal e o senador Agripino Maia disse que ela havia aprendido a mentir quando era torturada pela repressão política. Em um minuto, foi um passado de décadas que retornou ao presente. Chocante.
Um dos traços típicos daquele regime era fazer acusações sem prova. Compreende-se. Num tempo em que a Justiça chegava a cumprir funções decorativas, quem estava no exercício do poder podia exercitar a violência conforme suas conveniências e interesses, sem razão para perder tempo com formalidades legais, não é mesmo?
As declarações de Índio da Costa pertencem a essa família. Qualquer cidadão que tenha se dado ao trabalho de estudar nossa vida pública na última década sabe que não é preciso ter muito trabalho para encontrar erros, desvios e contradições no PT e no governo Lula. É possível encontrar erros no mês passado, na semana passada, no minuto passado.
Mas Índio da Costa preferiu a mentira, a denúncia sem prova, o mau serviço de um tipo ruim de jornalismo que acusa e depois não consegue se sustentar. O esforço para vincular o PT às FARC e ao narcotráfico.
seg , 19/7/2010
As declarações de Índio da Costa, procurando estabelecer vínculos entre as FARC, o narcotráfico e a campanha de Dilma Rousseff são um escândalo — mas é preciso reconhecer que guardam coerência com sua legenda.
Herdeiro do PFL da ditadura militar o DEM possui políticos respeitáveis em seus quadros. Seria errado e injusto generalizar.
Mas embora tenha até mudado de nome o partido dá mostras seguidas de que jamais acertou as contas com seu passado sob o regime dos generais. Isso ficou claro num episódio constrangedor, quando Dilma Rousseff foi ao Congresso falar sobre uma crise na Receita Federal e o senador Agripino Maia disse que ela havia aprendido a mentir quando era torturada pela repressão política. Em um minuto, foi um passado de décadas que retornou ao presente. Chocante.
Um dos traços típicos daquele regime era fazer acusações sem prova. Compreende-se. Num tempo em que a Justiça chegava a cumprir funções decorativas, quem estava no exercício do poder podia exercitar a violência conforme suas conveniências e interesses, sem razão para perder tempo com formalidades legais, não é mesmo?
As declarações de Índio da Costa pertencem a essa família. Qualquer cidadão que tenha se dado ao trabalho de estudar nossa vida pública na última década sabe que não é preciso ter muito trabalho para encontrar erros, desvios e contradições no PT e no governo Lula. É possível encontrar erros no mês passado, na semana passada, no minuto passado.
Mas Índio da Costa preferiu a mentira, a denúncia sem prova, o mau serviço de um tipo ruim de jornalismo que acusa e depois não consegue se sustentar. O esforço para vincular o PT às FARC e ao narcotráfico.
MAIS UM SEM CARÁTER E SEM NOÇÃO
O vice do Serra, o tal Índio da Costa, não tem nenhuma imaginação. Ele é cria do DEM, o partido mais corrupto do Brasil, que protagonizou no DF o mais escandaloso caso de corrupção jamais visto no Brasil. Escândalo com direito a vídeos, depoimentos, denúncias, tudo mostrado na TV. Deputado pelo DEM-RJ, teve como o sogro o Cacciola, banqueiro ladrão que continua preso em Bangu. Deve ter informado o Serra de seu gosto em ter amantes, pois Serra até lhe deu um conselho: que ele tenha amantes mas seja discreto. O PSDB teve muitos problemas para arrumar um vice para o Serra, foi uma novela mexicana. Serra dava como certo que seu vice seria o Arruda, já tinha até o slogan pronto: "Vote em um careca e leve dois". Depois do escândalo do mensalão do DEM, com a prisão do Arruda, essa opção fracassou. Outros nomes surgiram: Tasso Jereissati do PSDB, que recusou e disse que não confia no Serra; Agripino Maia, do DEM, foi convidado mas declinou, não quis entrar nessa canoa furada; como esses, muitos outros recusaram. Então começou a pressão para que Aécio Neves aceitasse ser o vice do Serra. Aécio Neves disse várias vezes que não, que seria candidato ao Senado; já que o Serra não deixou que ele, Aécio, fosse o candidato a presidente, não seria o vice. Aécio já garantiu a vaga de senador, não iria trocar o certo pelo muito duvidoso. No prazo final para entregar a chapa ao TSE, com os nomes do candidato e do vice, o Serra teve uma "brilhante" idéia: Álvaro Dias, do PSDB -PR. Segundo Serra, uma chapa puro- sangue garantia mais votos no Paraná e impediria o irmão do Álvaro Dias, Osmar Dias, do PDT, de sair candidato a governador, dando um forte palanque para a ministra Dilma. O DEM se alvoroçou quando viu a viola em cacos. Desesperou-se e ameaçou não ser mais o eterno aliado do PSDB, pois a vaga de vice era dele. Foi a maior choradeira e seguiram-se discussões que vararam a madrugada, com FHC, Bornhausen e os caciques do DEM e do PSDB. Como num passe de magia negra, surge o nome de Índio da Costa, um desconhecido deputado do RJ que, pelo menos para ganhar projeção nacional, ficar mais conhecido para as próximas eleições, aceitou o sacrifício de ser o vice do Serra. Mas o tal Índio da Costa não tem imaginação: está acusando o PT de ter ligação com as FARC, com o narcotráfico, disse que a ministra Dilma é atéia, requentou as mentiras e as calúnias de outras eleições e jogou na internet. O tal Índio da Costa não tem caráter nem noção, o povo não é bobo e sabe que tudo isso é mentira, é calúnia, é baixaria, por isso mesmo elegeu Lula duas vezes em votações históricas. O PSDB, sabendo disso, tratou de tirar do site Mobiliza PSDB as sandices desse sem noção alucinado. Propostas de governo, planejamento de governo, idéias para um Brasil melhor, não passam pela cabecinha dele. Pela amostra do vice do Serra, dá para se ter uma noção dos ministro que Serra seria obrigado a nomear se, por uma imensa desgraça, fosse eleito. O Brasil acaba, o povo vai novamente comer o pão que o diabo amassou na era FHC- Serra. Wagner é recebido em Juazeiro por representantes da Regional Norte da Bahia
Juazeiro em seus 132 anos de emancipação política, foi palco para uma belíssima festa da democracia realizada pelo Partido dos Trabalhadores, ontem (15/07) no São Francisco Country Clube. O município recebeu o governador Jaques Wagner, candidato à reeleição, acompanhado por toda a chapa majoritária representada por Otto Alencar, candidato a vice-governador, Lídice da Mata e Walter Pinheiro candidatos ao senado em clima de muita festa.
O encontro contou com a presença de diversas lideranças da Regional Norte da Bahia, prefeitos, vice-prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, presidentes de partidos políticos da coligação, deputados estaduais (Paulo Rangel e Yulo Oiticica - PT/Roberto Carlos - PDT) e o candidato a deputado federal Joseph Bandeira (PT) além de presidentes de partidos aliados, centenas de militantes e apoiadores das candidaturas do Partido dos Trabalhadores.
O Partido Comunista do Brasil – PCdoB aliado histórico do PT esteve presente com a sua militância, organizada em corredor humano, aguardava com entusiasmo a chegada de Jaques Wagner e sua comitiva com dezenas de balões e bandeiras. O prefeito de Juazeiro Isaac Carvalho e o vereador Crisóstomo Lima (Zó) vieram acompanhados pelo Deputado Federal Daniel Almeida (PCdoB), segundo os parlamentares, o empenho e contribuição de lideres político da região é absoluto, para que os resultados apontados nas últimas aferições, confirme a vitória esmagadora de Jaques Wagner nas eleições de outubro.
O candidato ao senado, Walter Pinheiro (PT), deputado federal por quatro mandatos consecutivos, falou das obras realizadas pelo governador Jaques Wagner e citou as rodovias em fase de conclusão que dão acesso á Uauá, Casa Nova e Campo Alegre de Lourdes. Pediu ainda que o público presente votasse nos candidatos a deputados estaduais e federais que apóiam Wagner, a fim de aumentar a bancada dos que sabem que é preciso consolidar o governo que faz mais pelos mais necessitados. Segundo Pinheiro, a marca do atual governo é o compromisso com o povo sertanejo, mostrado desde que tomou posse em 2007.
Para a deputada federal do PSB, Lídice da Mata, candidata ao senado junto com Walter Pinheiro, a prova de que Wagner mostrou compromisso com a região são-franciscana foi quando pensou o fortalecimento do turismo como forte vertente para o desenvolvimento econômico, incentivando a enocultura e fortalecendo a fruticultura irrigada do Vale, com isso, tornou possível a retirada de milhares de pessoas da linha da pobreza. Lídice falou ainda do governo Lula que com determinação usou a economia para servir às necessidades das pessoas e de Dilma, como sendo uma herança cultural e mulher a garantidora das construções de inúmeras cidades brasileiras.
O candidato à reeleição Jaques Wagner, saudou eleitores e aliados representados por oito partidos com muito entusiamo. Em seu discurso, o candidato descreveu a candidatura de Dilma Rousself, á Presidência da República, como símbolo de sustentação do governo Lula pela capacidade de trabalho e conhecimento do projeto político do PT.
Sobre o seu projeto para governar a Bahia, Wagner disse aos presentes “o que nos une (candidatos) é a convicção de que o projeto político que está em curso no Brasil e na Bahia precisa seguir em frente. Não é somente competência, mas, sobretudo o projeto político do Partido dos Trabalhadores que está mudando o rumo do Brasil, que cresce ao dividir ao bolo”.
Com relação ao resultado das últimas pesquisas que vem apontando o estado da Bahia entre os 18 estados que vencerão as eleições em primeiro turno (folha. uol), com a provável reeleição do seu mandato, o candidato petista alertou a militância a continuar na busca pela conquista por votos e que não usasse “salto alto”, pois para Wagner, a principal característica do atual governo é trabalhar sempre mais para quem mais precisa.
Para concluir, Wagner relatou uma serie de investimentos realizados pelo Governo do Estado da Bahia em Segurança Pública, citando a contratação de mais de seis mil soldados, 400 oficiais incorporados, 60 delegados e 140 escrivãos. Mencionou também a renovação da frota com 1700 veículos novos, mais mil pistolas e o reconhecimento, segundo Wagner da Superintendência de Comunicação da Segurança Pública da Bahia, que se destaca entre as cinco melhores do país. Despedindo-se do encontro, Wagner enfatizou “é hora de renovar as pessoas quanto à presidência, mas manter o projeto que mudou de vez a realidade do nosso País”.
Após o encontro realizado em Juazeiro, mais oito encontros estão previstos por toda a Bahia. Os próximos encontros serão realizados em Eunapólis e Vitória da Conquista.
Fonte: ASCOM PT/Majoritária - Regional Norte da Bahia
PESQUISA ELEITORAL
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VIDA DE DILMA CANDIDATA DO PT
No final de 2002, o recém-eleito presidente Lula chamou a secretária de Minas e Energia do Rio Grande do Sul, Dilma Rousseff, para uma reunião. Ele a conhecia apenas de nome. Sabia que graças a ela o Rio Grande do Sul conseguira escapar do racionamento de energia imposto ao país pelo governo Fernando Henrique. E o novo Brasil que Lula construiria nos próximos oito anos precisava de energia, de muita energia para voltar a crescer e gerar empregos.Dilma parecia, portanto, a pessoa certa. Mas quem era, de fato, aquela mulher? O que ela pensava? O que ela sentia? Quais os seus sonhos? Lula fazia essas perguntas a si mesmo, quando Dilma entrou na sala de reuniões, com um laptop debaixo do braço.
“Pois bastou uma única conversa para eu ver que, além de enorme competência técnica, Dilma tinha também uma extraordinária sensibilidade social”, lembra Lula.
Ministra das Minas e Energia, depois ministra-chefe da Casa Civil, Dilma coordenou alguns dos principais programas do governo Lula: Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Luz para Todos, Minha Casa, Minha Vida, Pré-Sal. E foi assim que a jovem que lutou contra a ditadura para mudar o Brasil ajudou a mudar o Brasil.
A seguir, você vai conhecer a história de Dilma Rousseff, para votar consciente e ajudar a eleger a primeira mulher presidente do Brasil – porque, como bem nos mostrou o presidente Lula, quem conhece Dilma escolhe Dilma.
A menina Dilma teve uma infância feliz em Belo Horizonte, onde nasceu no dia 14 de dezembro de 1947, filha do imigrante búlgaro Pedro Rousseff e da professora Dilma Jane da Silva. Se lhe perguntavam o que queria ser quando crescesse, tinha a resposta na ponta da língua: bailarina, bombeira ou trapezista. E presidente da República? Nem pensar, porque naquela época o Brasil sequer sonhava em escolher uma mulher para a Presidência.
Dilma adorava andar de bicicleta, subir em árvore e ler as reinações de Narizinho, Pedrinho, Emília, Visconde de Sabugosa e dos outros moradores do “Sítio do Picapau Amarelo”, de Monteiro Lobato. Gostava ao mesmo tempo de óperas, às quais assistia na companhia do pai, e do seriado do Flash Gordon, que via nas matinês do cine Pathé.
Estudou no Nossa Senhora de Sion, tradicional colégio para meninas, e frequentou o Minas Tênis Clube, ponto de encontro da elite belorizontina. Mas desde cedo aprendeu que o mundo não era cor de rosa. Um outro mundo, de cores tristes, saltava aos olhos sempre que subia o Morro do Papagaio, uma das maiores e mais pobres favelas da cidade, para fazer trabalho voluntário com colegas e freiras do colégio. Ou quando abria a porta de casa para algum mendigo que implorava por um prato de comida.
Certo dia, bateu à porta um menino tão magro e de olhos tão tristes que ela rasgou ao meio a única nota que tinha. Ficou com metade da cédula e deu a outra metade ao menino. Dilma não sabia que meio dinheiro não valia nada. Mas já sabia dividir.
Dilma vai fazer o ensino médio no Colégio Estadual Central e, em seguida, a faculdade de economia na Universidade Federal de Minas Gerais, centros de efervescência cultural e política de Belo Horizonte às vésperas do golpe militar de 64. A barra mais pesada viria em 68, quando o AI-5 baixado pelos militares mergulhou o Brasil ainda mais fundo nos porões da repressão.
A adolescência e a juventude são temperadas com literatura, cineclube e discussões políticas nos bares onde o petisco preferido dos rapazes e moças sem dinheiro no bolso é farinha com molho inglês a palito. Dilma e sua geração entram de cabeça na militância política. Com 16 anos ela já está na Polop. Depois na Colina e finalmente na VAR-Palmares -- todas organizações clandestinas, num tempo em que tudo era proibido e que você podia ser preso apenas por escrever num muro a palavra “Liberdade”.
Os trabalhadores eram proibidos de reivindicar melhores condições de trabalho, os estudantes não podiam se organizar, o teatro, o cinema, a literatura e as artes em geral estavam sob forte censura, não existia liberdade de imprensa.
Dilma vê amigos presos, torturados, exilados e assassinados pela repressão. Casa-se com o companheiro de militância Claudio Galeno. Os dois caem na clandestinidade e, para fugir ao cerco da repressão, dividem-se entre diferentes cidades, até que a distância acaba separando o jovem casal.
Pouco depois, ela se apaixona pelo advogado e militante gaúcho Carlos Araújo. Em 1970, é presa e torturada nos porões da Oban e do Dops, em São Paulo. Como jamais participou de qualquer ação armada, a Justiça Militar a condena apenas por “subversão”, com pena de dois anos e um mês de prisão. Seu “crime” foi o mesmo de tantos jovens daqueles anos rebeldes: querer mudar o mundo.
Apesar de condenada a dois anos e um mês de prisão, Dilma só seria libertada depois de quase três anos no presídio Tiradentes, na capital paulista. Ao sair, passa uma temporada em Minas, junto da família, curando as dores do corpo e do espírito.
Em 1973, muda-se para Porto Alegre, onde o marido, Carlos Araújo, também capturado pela repressão, cumpre pena de quatro anos. Araújo é libertado e retoma a advocacia; Dilma passa no vestibular e recomeça os estudos, agora na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, uma vez que a Universidade Federal de Minas Gerais havia jubilado e anulado os créditos dos alunos envolvidos com organizações de esquerda.
Em 75, começa a trabalhar como estagiária na Fundação de Economia e Estatística (FEE), órgão do governo gaúcho, e no ano seguinte torna-se mãe de Paula Rousseff Araújo -- que em setembro de 2010 lhe dará o primeiro neto.
O desgaste do regime militar faz renascer a esperança na volta da democracia. Dilma engaja-se na campanha pela Anistia, e, junto com o marido, ajuda a fundar o PDT do Rio Grande do Sul. Entre 1980 e 85, trabalha na assessoria da bancada estadual do PDT e exerce intensa militância. Atua decididamente no movimento pelas Diretas Já e na campanha de Carlos Araújo a deputado estadual. Ele é eleito em 82, iniciando o primeiro de seus três mandatos consecutivos.
Em 86, o pedetista Alceu Collares, novo prefeito de Porto Alegre, escolhe Dilma para a Secretaria da Fazenda. É o início de uma trajetória administrativa que mais tarde seria reconhecida por três características principais: determinação, competência e sensibilidade social.
No início dos anos 90, torna-se presidente da Fundação de Economia e Estatística, a mesma FEE onde havia iniciado a vida profissional como estagiária. Em 93, com a eleição de Alceu Collares para o governo do Rio Grande do Sul, assume a Secretaria Estadual de Minas, Energia e Comunicação, iniciando um trabalho que mais à frente seria reconhecido no Brasil inteiro.
Em 94, após 25 anos de relacionamento, separa-se de Carlos Araújo, seu grande amigo até hoje. Em 98, inicia o curso de doutorado em ciências sociais na Unicamp, mas, já envolvida na sucessão estadual gaúcha, não chega a defender tese. Aliados, PDT e PT elegem o petista Olívio Dutra ao governo. Dilma, mais uma vez, ocupa a Secretaria de Minas, Energia e Comunicação. Dois anos depois, com o rompimento da aliança, filia-se ao PT.
Dilma conclui a segunda passagem pelo governo gaúcho no final de 2002. Lula havia sido eleito presidente e, para os gaúchos, não havia dúvidas de que ela deveria ser aproveitada na equipe do novo governo. A torcida era baseada em fatos concretos.
Dilma havia encontrado o setor energético gaúcho em frangalhos. Sem projetos, sem investimentos e sofrendo apagões constantes. Uma situação semelhante à do resto do Brasil. Aliás, já em 1999, Dilma alertara o governo federal sobre o risco de um racionamento no país, mas não foi ouvida.
No Rio Grande do Sul, ela vai à luta. Inicia um programa de obras emergenciais que inclui a implantação de 984 km de linhas de transmissão e a construção de usinas hidrelétricas e termelétricas. Além disso, mobiliza os setores público e privado num grande esforço pela redução do consumo, sem prejudicar a produção nem o bem estar da população.
Com essas e outras medidas, Dilma aumenta em 46% a capacidade do sistema energético gaúcho e faz do Rio Grande do Sul um dos poucos estados brasileiros a não sofrer o racionamento de energia imposto pelo governo FHC entre maio de 2001 e fevereiro de 2002.
Graças a esse trabalho, Lula convida Dilma primeiro para participar da equipe do governo de transição – e, depois de uma única conversa olho no olho, decide que ela será a sua ministra de Minas e Energia.
Entre todos os ministros do novo governo, Dilma é a que recebe uma das tarefas mais complexas: afastar o risco de outro racionamento de energia, condição fundamental para que Lula coloque em prática seu projeto de desenvolvimento econômico e social do país.
Dilma enfrenta e vence esse desafio. Entre 2003 e 2005, comanda uma profunda reformulação, a começar pela criação de um novo marco regulatório para o setor. Investimentos privados são atraídos para a construção de usinas hidrelétricas, termelétricas e eólicas. A capacidade de geração e transmissão de energia é ampliada, e a ameaça de racionamento fica para trás.
Como se fosse pouco, Dilma ainda preside o Conselho de Administração da Petrobrás, introduz o biodiesel na matriz energética brasileira e cria o programa Luz para Todos, que já levou energia elétrica para mais de 11 milhões de brasileiros e brasileiras que, em pleno século 21, viviam na idade das trevas.
Em 2005, a eficiência de Dilma já é largamente reconhecida dentro e fora do governo. Por isso, ninguém se surpreende quando o presidente a escolhe para ocupar a chefia da Casa Civil e, consequentemente, coordenar o trabalho de todo o Ministério. Consolida-se aí a parceria entre Lula e Dilma, que estabeleceria novos marcos para o crescimento do país.
Dilma assume a coordenação de programas estratégicos como o PAC e o Minha Casa, Minha Vida. Coordena, ainda, a Comissão Interministerial encarregada de definir as regras para a exploração do Pré-Sal e integra a Junta Orçamentária do governo. Também participa ativamente de outros projetos fundamentais, como a definição do modelo de TV digital e a implantação de internet banda larga nas escolas públicas.
À frente da Casa Civil, Dilma tem uma atuação decisiva na transformação do Brasil em um país que cresce e, ao mesmo tempo, distribui renda e combate as desigualdades sociais e regionais. Por esse caminho, mais de 13 milhões de brasileiros e brasileiras conquistam emprego com carteira assinada, 24 milhões deixam para trás a pobreza absoluta e 31 milhões passam para a classe média. Em abril de 2009, Dilma revela corajosamente ao país que vai enfrentar outro grande desafio, desta vez no plano pessoal: um câncer linfático. O tratamento não a afasta de sua rotina diária. Em setembro daquele mesmo ano, os médicos anunciam: "Dilma Rousseff encontra-se livre de qualquer evidência de linfoma, com estado geral de saúde excelente”.
No final de março deste ano, Dilma e Lula lançam o PAC 2, que amplia as metas da primeira versão do programa e incorpora uma série de ações inéditas, a maioria delas destinada ao combate dos principais problemas das grandes e médias cidades. No dia 3 de abril, Dilma desincompatibiliza-se do governo e inicia uma nova etapa de sua caminhada em favor de um Brasil cada vez melhor para todos e todas.
E no dia 3 de outubro de 2010, é a vez de você ajudar a escrever um novo capítulo para esta história, elegendo Dilma a primeira mulher presidente do Brasil. Uma mulher para quem “qualquer política pública só vale a pena se mudar a vida das pessoas”. Afinal, desde menina, Dilma sabe a importância de repartir.
EX-PREFEITO VALNIO MUNIZ E VEREADORES TIVERAM REUNIÃO COM JUIZ ELEITORAL
O PROCESSO ELEITORAL MOSTRA QUE NO DIA DA ELEIÇÃO, NO ANO DE 2008, FOI FORMADO UM FORTE ESQUEMA AQUI EM JUSSARI , AREIA BRANCA E ZONA RURAL, ENVOLVENDO VÁRIAS PESSOAS QUE USARAM DINHEIRO PARA COMPRAR VOTOS E ANTES DA DATA DO PLEITO, FORAM UTILIZADO CARROS PAGOS PELA ATUAL PREFEITA PARA TRANSPORTAR ELEITORES VINDOS DE PORTO SEGURO E OUTRAS LOCALIDADES, DISTRIBUIÇÃO DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO E TAMBÉM COMBUSTIVEL E CESTAS BÁSICAS COM O OBJETIVO DE BENEFICIAR A CANDIDATA DO PP.






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