PORTAL DE ZÉ NETO FALA SOBRE OS 22 ANOS DE EXISTÊNCIA DO PT EM JUSSARI
Em visita a diversos municípios do Sul da Bahia neste final de semana, o deputado estadual Zé Neto (PT) esteve em Jussari, onde foi recebido por centenas de pessoas na Câmara de Vereadores, na ocasião das comemorações dos 22 anos de fundação do diretório municipal do Partido dos Trabalhadores (PT).
O parlamentar estava acompanhado do vereador e presidente do PT municipal Antonio Bastos, do líder político José Cordeiro e do ex-prefeito Válnio Muniz, que reafirmou o apoio dos membros do PT municipal ao deputado nas eleições de outubro, quando ele buscará seu terceiro mandato no parlamento estadual. “Foram muitos os companheiros que passaram por aqui, mas o que ficou no coração do povo de Jussari foi Zé Neto. Ele não é o deputado de uma região, mas da Bahia inteira, e por ter um carinho especial por nossa cidade, foi abraçado por todos nós”, afirmou, relembrando alguns dos pleitos para Jussari que tiveram a intervenção de Zé Neto junto ao Governo, a exemplo das 30 novas casas populares que serão entregues no município.
Válnio ainda enalteceu a força do PT municipal, nestes 22 anos de luta por Jussari. “Esse Partido é o real resultado do povo... Ele teve origem nos sindicatos, associações, movimento estudantil, membros das igrejas e todas aquelas pessoas que queriam fazer ouvir o som de suas vozes”, disse.
O vereador e presidente do PT municipal Antonio Bastos também exaltou a força do PT de Jussari e reafirmou o apoio ao correligionário Zé Neto. “Estamos aqui, comemorando os 22 anos do nosso PT, com esta sala lotada, e aproveitamos pra reafirmar o apoio de todos nós ao companheiro Zé Neto, que não é nenhum estranho para o povo de Jussari. Ele faz parte do coração desse município”, destacou.
Adesões
Além de Válnio, Bastos e Cordeiro, participaram da cerimônia e também declararam apoio à candidatura de Zé Neto para deputado estadual, Jaques Wagner para governador e Dilma Rousseff para a presidência da república os vereadores Erisvaldo Moraes (PSC), Professora Aidê Moreira (PMN), Gilvan Torraca (PSDB); a vice-presidente do PSDB local, Isabel Cristina; Professor Deoclides (representando os profissionais de Educação do município) e Antonio Bispo (presidente da Associação Viva a Vida).
A vereadora Aidê Moreira agradeceu o apoio de Zé Neto durante a campanha para prefeito de Válnio Muniz. “Ele foi bastante atencioso e participou de nossas caminhadas, sempre disposto a nos ajudar”, agradeceu.
Outro da mesa que manifestou apreço ao parlamentar foi Professor Deoclides, que destacou a luta de Zé Neto para buscar a legalização do transporte rodoviário complementar na Bahia. “O transporte alternativo deve ser regularizado e eu fico feliz de saber que é o combativo e competente deputado Zé Neto quem está à frente deste projeto”, colocou.
A vice-presidente do PSDB de Jussari (que no município compõe com o PT, em oposição à atual administração), Isabel Cristina, funcionária da Creche Mãe Marieta, levantou a plateia com hinos de apoio a Zé Neto. “É Zé Neto aqui! É Zé Neto lá! É Zé Neto em qualquer lugar”, entoou a liderança política, que confirmou a adesão de seu partido, na esfera estadual, ao parlamentar.
Zé Neto agradece a força
O deputado petista agradeceu o carinho e apoio da população de Jussari, que o recebeu mais uma vez de braços abertos.
Zé Neto fez um discurso inflamado contra aqueles que governam em prol de interesses pessoais, em detrimento do povo, e demonstrou otimismo com relação ao PT de Jussari como principal agente modificador da realidade atual do município.
Segundo o parlamentar, “Jussari merece muito mais do que o que tem recebido pelos Governos estadual e federal”, e atribuiu essa parcial falta de investimentos à letargia dos atuais governantes municipais. “Muitos dizem por aí que o Governo fez pouco pela cidade, mas, na verdade, foram os atuais administradores que, desorganizados, pediram pouco ao Governo e não puderam melhorar a vida da população”, atacou.
O deputado, entretanto, pediu para que todos não perdessem a esperança. “É hora de levantarmos a cabeça e pensarmos no futuro”, disse, referindo-se indiretamente à crise na produção cacaueira, que quase levou a região Sul do estado ao colapso. “Está na hora do Sul dizer não às lamentações do cacau e olhar para o futuro”, conclamou, enumerando alternativas ao desenvolvimento do município daqui pra frente, a exemplo da produção de leite e frango – indústrias que, por sinal, o parlamentar vem contribuindo no fomento e acompanhando o crescimento em todo o Estado.
Por fim, Zé Neto voltou a parabenizar o combativo PT de Jussari pelos seus 22 anos NA LUTA e colocou seu Mandato à disposição de todos os jussarienses no sentido de ajudar no que for necessário para devolver a Jussari seus anos de glória. “Vamos lutar para que esta cidade não se transforme na cidade do ‘já teve’, ‘já foi’ ou ‘já era’, e essa luta começa aqui, com a união de todos vocês em favor de um bem comum”, concluiu.
O parlamentar estava acompanhado do vereador e presidente do PT municipal Antonio Bastos, do líder político José Cordeiro e do ex-prefeito Válnio Muniz, que reafirmou o apoio dos membros do PT municipal ao deputado nas eleições de outubro, quando ele buscará seu terceiro mandato no parlamento estadual. “Foram muitos os companheiros que passaram por aqui, mas o que ficou no coração do povo de Jussari foi Zé Neto. Ele não é o deputado de uma região, mas da Bahia inteira, e por ter um carinho especial por nossa cidade, foi abraçado por todos nós”, afirmou, relembrando alguns dos pleitos para Jussari que tiveram a intervenção de Zé Neto junto ao Governo, a exemplo das 30 novas casas populares que serão entregues no município.
Válnio ainda enalteceu a força do PT municipal, nestes 22 anos de luta por Jussari. “Esse Partido é o real resultado do povo... Ele teve origem nos sindicatos, associações, movimento estudantil, membros das igrejas e todas aquelas pessoas que queriam fazer ouvir o som de suas vozes”, disse.
O vereador e presidente do PT municipal Antonio Bastos também exaltou a força do PT de Jussari e reafirmou o apoio ao correligionário Zé Neto. “Estamos aqui, comemorando os 22 anos do nosso PT, com esta sala lotada, e aproveitamos pra reafirmar o apoio de todos nós ao companheiro Zé Neto, que não é nenhum estranho para o povo de Jussari. Ele faz parte do coração desse município”, destacou.
Adesões
Além de Válnio, Bastos e Cordeiro, participaram da cerimônia e também declararam apoio à candidatura de Zé Neto para deputado estadual, Jaques Wagner para governador e Dilma Rousseff para a presidência da república os vereadores Erisvaldo Moraes (PSC), Professora Aidê Moreira (PMN), Gilvan Torraca (PSDB); a vice-presidente do PSDB local, Isabel Cristina; Professor Deoclides (representando os profissionais de Educação do município) e Antonio Bispo (presidente da Associação Viva a Vida).
A vereadora Aidê Moreira agradeceu o apoio de Zé Neto durante a campanha para prefeito de Válnio Muniz. “Ele foi bastante atencioso e participou de nossas caminhadas, sempre disposto a nos ajudar”, agradeceu.
Outro da mesa que manifestou apreço ao parlamentar foi Professor Deoclides, que destacou a luta de Zé Neto para buscar a legalização do transporte rodoviário complementar na Bahia. “O transporte alternativo deve ser regularizado e eu fico feliz de saber que é o combativo e competente deputado Zé Neto quem está à frente deste projeto”, colocou.
A vice-presidente do PSDB de Jussari (que no município compõe com o PT, em oposição à atual administração), Isabel Cristina, funcionária da Creche Mãe Marieta, levantou a plateia com hinos de apoio a Zé Neto. “É Zé Neto aqui! É Zé Neto lá! É Zé Neto em qualquer lugar”, entoou a liderança política, que confirmou a adesão de seu partido, na esfera estadual, ao parlamentar.
Zé Neto agradece a força
O deputado petista agradeceu o carinho e apoio da população de Jussari, que o recebeu mais uma vez de braços abertos.
Zé Neto fez um discurso inflamado contra aqueles que governam em prol de interesses pessoais, em detrimento do povo, e demonstrou otimismo com relação ao PT de Jussari como principal agente modificador da realidade atual do município.
Segundo o parlamentar, “Jussari merece muito mais do que o que tem recebido pelos Governos estadual e federal”, e atribuiu essa parcial falta de investimentos à letargia dos atuais governantes municipais. “Muitos dizem por aí que o Governo fez pouco pela cidade, mas, na verdade, foram os atuais administradores que, desorganizados, pediram pouco ao Governo e não puderam melhorar a vida da população”, atacou.
O deputado, entretanto, pediu para que todos não perdessem a esperança. “É hora de levantarmos a cabeça e pensarmos no futuro”, disse, referindo-se indiretamente à crise na produção cacaueira, que quase levou a região Sul do estado ao colapso. “Está na hora do Sul dizer não às lamentações do cacau e olhar para o futuro”, conclamou, enumerando alternativas ao desenvolvimento do município daqui pra frente, a exemplo da produção de leite e frango – indústrias que, por sinal, o parlamentar vem contribuindo no fomento e acompanhando o crescimento em todo o Estado.
Por fim, Zé Neto voltou a parabenizar o combativo PT de Jussari pelos seus 22 anos NA LUTA e colocou seu Mandato à disposição de todos os jussarienses no sentido de ajudar no que for necessário para devolver a Jussari seus anos de glória. “Vamos lutar para que esta cidade não se transforme na cidade do ‘já teve’, ‘já foi’ ou ‘já era’, e essa luta começa aqui, com a união de todos vocês em favor de um bem comum”, concluiu.
Autor: João Galdea |
22 ANOS DE EXISTÊNCIA DO PT EM JUSSARI
PARA O PARTIDO DOS TRABALHADORES EM JUSSARI, SÁBADO, 29.05.2010, POR VOLTAIR DAS 18 E 30 MINUTOS, FOI DIA DE FESTA, UM ATO PÚBLICO NA CÂMARA DE VEREADORES MARCOU ESTE MOMENTO FILIADOS, SIMPATIZANTES E A COMUNIDADE EM GERAL.
A MESA FOI COMPOSTA PELO PRESIDENTE REELEITO DO PARTIDO EM JUSSARI, O VEREADOR ANTONIO BASTOS, O EX-PREFEITO VALNIO MUNIZ, O DEPUTADO ESTADUAL ZÉ NETO, AIDE MOREIRA ( PMN ), DEOCLIDES VASCONCELOS ( ASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES ), ANTONIO BISPO ( ASSOCIAÇÃO VIVA VIDA ), ZÉ CORDEIRO ( PSB ), ERISVALDO MORAIS ( PTC ), TORRACA ( PSDB ), JOSÉ GUIMARÃES ( PC DO B ).
A CASA LEGISLATIVA ESTAVA CHEIA.
O PT DE JUSSARI FOI FUNDADO EM 15 DE MAIO 1988, TENDO VÁRIAS FASES NA SUA HISTÓRIA, OS PRIMEIROS COMICIOS ERAM REALIZADOS EM CIMA DE TAMBURETE EM PRAÇA PÚBLICA COM UM PÚBLICO DE NÃO MAIS DE CINCO PESSOAS, UM MEGAFONE. PARA DIVULGAR OS EVENTOS ERA UTILIZADA UMA BISCICLETA COM UM AUTOFALANTE CONDUZIDO POR NORALDO SALES.
NA ATUALIDADE O PT EM JUSSARI TEVE NO SEU QUADRO UM VICE-PREFEITO ( 1992 ) E PREFEITO ( 1997 - 2000 ) QUE FOI VALNIO MUNIZ, E NESTE MANDATO, O PRIMEIRO VEREADOR DO PARTIDO EM JUSSARI QUE É ANTONIO BASTOS QUE FOI O MAIS VOTADO DA OPOSIÇÃO E QUE RECENTIMENTE FOI O PRIMEIRO COLOCADO EM ATUAÇÃO SEGUNDO O INSTITUTO DE PESQUISA TIRADENTES EM SALVADOR.
NÃO DIFERENTE DO BRASIL, EM JUSSARI O PT SURGIU DA NECESSIDADE DE UM PARTIDO PARA DEFENDER OS INTERESSES DA POPULAÇÃO TENDO COMO ORIGEM OS MOVIMENTOS SOCIAS COMO SINDICATOS, ASSOCIAÇÕES E MOVIMENTOS ESTUDANTIL.
NO ANO DE 2008 O PT TEVE UMA ELEIÇÃO VITORIOSA QUE QUASE LEVOU VALNIO MUNIZ A PREFEITURA MAIS UMA VEZ COM 1.700 VOTOS, ENQUANTO A ADVERSÁRIA TEVE 1.780, SÓ NÃO SE CONCRETIZANDO A VONTADE DO POVO DEVIDO PRÁTICAS DE CORRUPÇÃO IMPLANTADAS PELO GRUPO ADVERSÁRIO COMO COMPRA DE VOTOS E USO DO PODER ECONOMICO NO DIA DA ELEIÇÃO, CONFORME PROCESSO DANDO ENTRADA NA 27ª ZONA ELEITORAL QUE ATÉ AGORA NÃO TEVE A SENTENÇA DO JUIZ ELEITORAL.
OS DESAFIOS DO ELEITOR
Marcos Coimbra, para o Correio Braziliense
As eleições são muitas coisas na vida de um país, desde um salutar reencontro dos cidadãos com sua capacidade de ação, limitada pela complexidade do estado moderno, até uma oportunidade para avaliar sua trajetória recente, quando os eleitores decidem o que nela deve ser mantido e o que deve ser mudado. São mais que uma troca da pessoa que está à frente do governo.
Votar em um candidato a presidente é se pronunciar sobre um amplo conjunto de questões, importantes para o presente e o futuro da sociedade. Não é surpresa, portanto, que seja um ato que causa ansiedade e tensão na maioria das pessoas, tanto maior quanto menos informadas elas se sentem para tomar a melhor decisão.
Nossa experiência com eleições presidenciais democráticas é, lamentavelmente, pequena. Nem dá para falar nas que tivemos antes de 1930, pelas restrições severas ao sufrágio. Há 100 anos, por exemplo, Hermes da Fonseca se elegeu presidente da República com o voto de 400 mil eleitores (todos, aliás, do gênero masculino, pois as mulheres eram proibidas de votar). Rui Barbosa, seu oponente, teve 200 e poucos mil. Somados, fizeram menos que os eleitores de São Gonçalo, na região metropolitana do Rio, o 15º município brasileiro em termos de eleitorado.
Depois do Estado Novo e antes da redemocratização, só fizemos quatro eleições presidenciais. Comparadas às da República Velha, foram mais abertas, mas ainda cheias de limitações, pois jovens e analfabetos não podiam votar e os partidos de esquerda estavam proibidos. Se pensarmos que se passaram 90 anos entre a primeira eleição direta (a de Prudente de Morais) e a vitória de Tancredo, é muito pouco.
Quando, após a Constituição de 1988, voltamos a eleger presidentes pelo voto dos cidadãos, foi como se começássemos do zero. Havia, é verdade, uma parcela do eleitorado que tinha memória de haver votado antes, mas era pequena, menos que 10% dos que estavam aptos em 1989. A imensa maioria das pessoas não fazia idéia de como escolher um presidente.
A dificuldade aumentava pela ausência de identidades políticas estruturadas. A ditadura não havia apenas suprimido o direito de voto, mas cerceado a organização partidária, extinguindo os velhos partidos e inventando outros, distantes de nossa cultura política. O novo sistema partidário que emergiu com seu fim estava em seus primórdios, com todos os problemas da primeira infância: excesso de siglas, volatilidade, não-diferenciação, infidelidade doutrinária, migração errática dos eleitos de um partido para outro.
Em um sistema como esse, a saída para o cidadão era criar seus próprios critérios de escolha. Privado do aprendizado que vem da experiência e sem ter como referência organizações partidárias estáveis (e confiáveis), só lhe restava chamar a si a responsabilidade integral de identificar “o melhor”, dentro do cardápio que o sistema político oferecia.
Até o final dos anos 1990, um tipo de depoimento se repetia nas pesquisas qualitativas, traduzido em uma imagem: o “olho no olho”. As pessoas diziam que escolhiam candidatos “olhando em seus olhos” na televisão, procurando identificar sua honestidade, sua sinceridade, se tinham ou não bons propósitos. Pobres e ricos, jovens e velhos, com maior ou menor escolaridade, todos concordavam com essa ideia absurda. De que, magicamente, enxergariam a verdade dos candidatos lá onde ela menos se revela, na televisão.
Uma das coisas boas da democracia é que ela avança. Com o tempo, os cidadãos amadurecem, aposentam mitos e deixam ilusões para trás. Hoje, cada vez menos se fala no “olho no olho”. Cada vez mais, os eleitores percebem que a escolha de um presidente não é um desafio íntimo, a procura épica de um “melhor” idealizado, à qual se segue a epifania de uma descoberta.
Escolher candidatos se tornou mais simples: olhar o que representam, de que lado estão, qual é sua turma. Podendo, também comparando o que faz cada lado, cada turma, quando governa.
Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Vox Populi.
FONTE: BLOG PIMENTA NA MUQUECA
As eleições são muitas coisas na vida de um país, desde um salutar reencontro dos cidadãos com sua capacidade de ação, limitada pela complexidade do estado moderno, até uma oportunidade para avaliar sua trajetória recente, quando os eleitores decidem o que nela deve ser mantido e o que deve ser mudado. São mais que uma troca da pessoa que está à frente do governo.
Votar em um candidato a presidente é se pronunciar sobre um amplo conjunto de questões, importantes para o presente e o futuro da sociedade. Não é surpresa, portanto, que seja um ato que causa ansiedade e tensão na maioria das pessoas, tanto maior quanto menos informadas elas se sentem para tomar a melhor decisão.
Nossa experiência com eleições presidenciais democráticas é, lamentavelmente, pequena. Nem dá para falar nas que tivemos antes de 1930, pelas restrições severas ao sufrágio. Há 100 anos, por exemplo, Hermes da Fonseca se elegeu presidente da República com o voto de 400 mil eleitores (todos, aliás, do gênero masculino, pois as mulheres eram proibidas de votar). Rui Barbosa, seu oponente, teve 200 e poucos mil. Somados, fizeram menos que os eleitores de São Gonçalo, na região metropolitana do Rio, o 15º município brasileiro em termos de eleitorado.
Depois do Estado Novo e antes da redemocratização, só fizemos quatro eleições presidenciais. Comparadas às da República Velha, foram mais abertas, mas ainda cheias de limitações, pois jovens e analfabetos não podiam votar e os partidos de esquerda estavam proibidos. Se pensarmos que se passaram 90 anos entre a primeira eleição direta (a de Prudente de Morais) e a vitória de Tancredo, é muito pouco.
Quando, após a Constituição de 1988, voltamos a eleger presidentes pelo voto dos cidadãos, foi como se começássemos do zero. Havia, é verdade, uma parcela do eleitorado que tinha memória de haver votado antes, mas era pequena, menos que 10% dos que estavam aptos em 1989. A imensa maioria das pessoas não fazia idéia de como escolher um presidente.
A dificuldade aumentava pela ausência de identidades políticas estruturadas. A ditadura não havia apenas suprimido o direito de voto, mas cerceado a organização partidária, extinguindo os velhos partidos e inventando outros, distantes de nossa cultura política. O novo sistema partidário que emergiu com seu fim estava em seus primórdios, com todos os problemas da primeira infância: excesso de siglas, volatilidade, não-diferenciação, infidelidade doutrinária, migração errática dos eleitos de um partido para outro.
Em um sistema como esse, a saída para o cidadão era criar seus próprios critérios de escolha. Privado do aprendizado que vem da experiência e sem ter como referência organizações partidárias estáveis (e confiáveis), só lhe restava chamar a si a responsabilidade integral de identificar “o melhor”, dentro do cardápio que o sistema político oferecia.
Até o final dos anos 1990, um tipo de depoimento se repetia nas pesquisas qualitativas, traduzido em uma imagem: o “olho no olho”. As pessoas diziam que escolhiam candidatos “olhando em seus olhos” na televisão, procurando identificar sua honestidade, sua sinceridade, se tinham ou não bons propósitos. Pobres e ricos, jovens e velhos, com maior ou menor escolaridade, todos concordavam com essa ideia absurda. De que, magicamente, enxergariam a verdade dos candidatos lá onde ela menos se revela, na televisão.
Uma das coisas boas da democracia é que ela avança. Com o tempo, os cidadãos amadurecem, aposentam mitos e deixam ilusões para trás. Hoje, cada vez menos se fala no “olho no olho”. Cada vez mais, os eleitores percebem que a escolha de um presidente não é um desafio íntimo, a procura épica de um “melhor” idealizado, à qual se segue a epifania de uma descoberta.
Escolher candidatos se tornou mais simples: olhar o que representam, de que lado estão, qual é sua turma. Podendo, também comparando o que faz cada lado, cada turma, quando governa.
Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Vox Populi.
FONTE: BLOG PIMENTA NA MUQUECA
DILMA ESTÁ EM PRIMEIRO LUGAR,
Comando da campanha do PT tinha projeções que indicavam que candidata apareceria na frente de seu adversário do PSDB até o início de junho. Ela cresceu no Sul e Sudeste e entre as mulheres.
Em suas mensagens no twitter no domingo (16), a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, esforçava-se para se manter discreta quanto à pesquisa do Instituto Vox Populi, divulgada no sábado (15) que, pela primeira vez, a mostra à frente de seu principal adversário, José Serra, do PSDB. Dilma agradeceu as mensagens de parabéns pelo resultado, mas a todos respondeu com um protocolar: “De pesquisa eu não vou falar não”. Em Salvador, onde participou da homologação da candidatura de Jaques Wagner, que disputará a reeleição ao governo da Bahia pelo PT, Dilma repetiu o mesmo: “Nunca comentei pesquisa, não vou comentar agora”, disse ela. Fora, porém, dos espaços públicos, Dilma e sua equipe comemoraram muito os números do Vox Populi. Na verdade, as projeções que o comando da campanha fazia há algumas semanas já indicavam a possibilidade de ultrapassagem sobre Serra até o início de junho.
Dilma ultrapassou Serra, diz Vox Populi
Na pesquisa do Vox Populi, num cenário apenas com os três principais candidatos, Dilma aparece com 38% das intenções de voto. Serra fica com 35%, e Marina Silva, do PV, com 8%. Num cenário com todos os pré-candidatos colocados na disputa (que inclui Américo de Souza, do PSL; Plínio de Arruda Sampaio, do Psol; Rui Costa Pimenta, do PCO; Zé Maria, do PSTU; Levy Fidelix, do PRTB; José Maria Eymael, do PSDB; Mário de Oliveira, do PTdoB, e Oscar Silva, do PHS, todos com menos de 1%), Dilma fica com 37%, Serra com 34% e Marina com 7%. Numa consulta sobre o segundo turno, a candidata do PT aparece com 40%, e Serra com 38%.
A ascensão de Dilma poderia ter sido até mais homogênea. Os erros cometidos no início da sua pré-candidatura, depois que deixou o Ministério da Casa Civil, deram um fôlego inicial a Serra que o comando da campanha de Dilma não previa. Imaginava-se que ele iria estacionar nos patamares em que estava e que ela cresceria. Por isso, após a primeira semana, Dilma recolheu-se para rever algumas estratégias. Quando voltou, privilegiou três pontos: a consolidação política de seus palanques, as regiões onde tinha mais desvantagem para Serra e entrevistas para rádios e jornais menores de circulação regional. Com essa tática, cresceu.
Com relação aos palanques, os petistas comemoram o fato de neutralizar, pelo menos por enquanto, a possibilidade de ida do PP e do PTB para os braços de Serra (se os dois partidos ficarem divididos, imaginam os petistas, a vantagem será para Dilma).
A pesquisa mostra que Dima reduziu a vantagem que Serra tinha no Sul e no Sudeste, regiões que eram os maiores calos da campanha da candidata petista. No Sudeste, ela passou de 22% para 36%. No Sul, cresceu de 24% para 30%. No Sudeste, chegou a passar Serra, que aparece agora com 35%. No Sul, só não foi melhor porque Serra também cresceu, de 39% para 45%. De acordo com o presidente do Vox Populi, Marcos Coimbra, a vantagem de Dilma no Sudeste vem principalmente de Minas Gerais. Até a pesquisa anterior, acredita ele, muitos eleitores mineiros guardavam seus votos, imaginando que o ex-governador de Minas Aécio Neves seria candidato a Presidência ou vice de Serra. Agora, quando já sabem que Aécio será somente candidato a senador, os eleitores mineiros seguiram para Dilma, num estado em que o presidente Lula sempre teve altos índices de popularidade.
Os responsáveis pela campanha de Dilma comemoravam ainda dois pontos: ela cresceu entre as mulheres (essa era uma das suas maiores dificuldades) e, principalmente, começou a ser reconhecida como a escolha de Lula para a sua sucessão.
Candidata de Lula
O ponto a demonstrar isso é a pesquisa espontânea, aquela em que não é mostrada ao eleitor uma lista de candidatos. Na rodada anterior da pesquisa, em janeiro, Lula liderava a pesquisa espontânea, com 19%. Agora, quem lidera é Dilma com os mesmos 19%, e Lula aparece com apenas 10% (antes, Dilma tinha 9%). Serra aparece em segundo, com 15% (antes, tinha 9% também). Marina tem apenas 2% na espontânea. Mesmo com as contestações judiciais feitas pelo PSDB e pelo DEM, o comando petista atribui esse resultado aos programas mostrados na TV na semana passada (especialmente, as inserções menores, o programa oficial do PT não teve ainda efeito na pesquisa).
Os programas foram os primeiros a mostrar o que deve ser a chave do discurso de Dilma, como o Congresso em Foco antecipou na semana passada.
ÚLTIMA PESQUISA ELEITORAL MOSTRA DILMA NA FRENTE
A pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, cresceu e está liderando, pela primeira vez, a preferência para as eleições presidenciais deste ano. Segundo pesquisa do instituto Vox Populi, divulgada hoje à noite pelo canal de televisão Band, Dilma tem 38% das intenções de voto na consulta estimulada, com um aumento de nove pontos percentuais em relação ao levantamento de janeiro.
José Serra, pré-candidato do PSDB, caiu três pontos percentuais e está agora com 35%, de acordo com a Band. Marina Silva, do PV, se manteve no patamar de 8%. Os indecisos representam 11%, e os votos brancos e nulos estão em 8%.
No cenário de segundo turno, Dilma superaria Serra por 40% a 38%. Como a margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais, os dois candidatos estão tecnicamente empatados tanto na simulação de primeiro turno como na de segundo turno.
Na pesquisa espontânea, quando o eleitor responde aos pesquisadores em quem votar, Dilma também é indicada como a melhor opção dos eleitores. Ela aparece com 19% das intenções de voto, e o adversário tucano, com 15%.
Os eleitores dos estados do Nordeste preferem Dilma, onde tem a maior aprovação: 45%. Na divisão de gêneros, a pré-candidata do PT tem mais aprovação entre os homens brasileiros, com 42% dos votos, e 34% são das mulheres. Para Serra, o cenário é mais equilibrado: 35% dos seus votos são de mulheres e 34% de homens.
O Vox Populi consultou 2.000 eleitores em 117 cidades de 23 estados e o Distrito Federal. Os dados foram levantados entre os dias 8 e 13 maio. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 11.266/2010.
VISITA DE DILMA A BAHIA
Com muito axé e alegria, Dima Rousseff participa da pré-candidatura de reeleição do governador Jaques Wagner
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| Dilma enfatizou a força dos militantes da Bahia |
Publicada em 16/05/2010 ás 22:47hs
Com discurso inflamado e seguro, Dilma abrilhantou o congresso que homologou a candidatura do PT baiano
“É bom encontrar a ‘velha-nova’ boa militância do PT reunida, dando um show de democracia e aquecendo as turbinas para o pleito de outubro. Dilma dá seguimento ao projeto encabeçado pelo presidente Lula que, aqui na Bahia, vem sendo conduzido pelo nosso governador Jaques Wagner. É a mistura de emoção com orgulho de ser petista e dias como o de hoje, que nos dar mais energia para enfrentar as dificuldades da estrada”.
Estas foram às palavras usadas pelo deputado estadual Zé Neto (PT) neste domingo (16), para definir a participação da pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, no lançamento da pré-candidatura de reeleição do governador da Bahia, Jaques Wagner.
Durante o evento, realizado no Hotel Fiesta, em Salvador, Dilma salientou que a principal diferença do projeto petista em relação aos outros é a preocupação com as necessidades dos mais pobres no Brasil. “É o povo que é dono desse país e não o país que é dono do povo. Isso é que diferencia nosso projeto. Fizemos o que não queriam fazer antes, nós elevamos a condição da população brasileira”, afirmou.
Wagner, que foi ministro das Relações Institucionais do governo Lula no primeiro mandato, lembrou que a chegada de Dilma à Casa Civil da Presidência da República foi um divisor de águas para a gestão petista. Para ele, Dilma só conseguiu ser a pré-candidata do PT porque demonstrou competência na gestão e sempre superou as expectativas de todos nos projetos que eram coordenados por ela.
“Fomos aqueles que começamos como loucos e, depois de 30 anos, ensinamos que era o contrário do que eles falavam que era preciso crescer para dividir o bolo. Nós crescemos dividindo o bolo", discursou Wagner. "Não quero fazer campanha de 2010 discutindo apenas administração. Quero discutir projeto político na Bahia e no Brasil. Quando eles idolatravam o mercado absoluto, o bezerro de ouro, nós resistimos e mantivemos a Petrobras, o Banco do Brasil, a Embasa. Quem sustentou esse país em 2009, durante a crise, foram os bancos públicos".
Dilma enfatizou a força dos militantes da Bahia e disse que essa é a riqueza do Brasil. “Esse país crescia voltado para poucos, excluindo amplas regiões do Brasil. Nós mudamos isso. Trata-se de projetos diferentes, porque, a cada programa, olhamos para saber como ele vai beneficiar os 190 milhões de pessoas".
Políticas sociais para áreas dominadas pelo crime
A pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, defendeu o reforço da Força Nacional de Segurança Pública como estratégia para combater o crime organizado. Segundo ela, os problemas só podem ser enfrentados com autoridade e com a inserção de políticas sociais em regiões dominadas pelo crime organizado.
“Nossa questão é derrotar o crime e aí precisa reforçar a Força Nacional de Segurança, que nós criamos”, disse ela, durante entrevista coletiva à imprensa baiana. Dilma salientou ainda a necessidade de ampliar as atividades de inteligência da Polícia Federal e os programas sociais nos territórios onde a autoridade policial já tenha retomado o domínio do Estado.
Pesquisa
A petista evitou comentar o recente resultado da pesquisa Vox Populi, que a coloca pela primeira vez na liderança da corrida presidencial à frente do ex-governador de São Paulo, José Serra. “Eu não comento pesquisa, porque ela é apenas um resultado de momento e não falo nem quando são positivas, nem quando negativas”, disse.
Porém, o governador Jaques Wagner disse que o levantamento reflete o que já ocorre no eleitorado baiano, onde Dilma teria 50% das preferências, contra 25% do pré-candidato da oposição.
FONTE: PORTAL DO DEPUTADO ESTADUAL ZÉ NETO
EX-PREFEITO VALNIO MUNIZ FALA AO POVO DE JUSSARI
As pessoas que vivenciaram Jussari ontem e que estão vivendo hoje, ficam pensAs ando como pode esse município que já teve em torno de dezoito mil habitantes no passado, estar tão atrasado nos ganhos sociais e parando no tempo, com sintoma de que estamos regredindo.
Estamos vivendo uma crise moral, onde vemos autoridades local tomar decisões desumanas de querer ameaçar fechar creche das criancinhas, o que nunca aconteceu, e assim prejudicar as mães trabalhadoras que usam este espaço para deixar seus filhos enquanto trabalham.
Nunca imaginei que a vaidade de uma autoridade chegasse ao exagero de ter a coragem de tirar da boca dos mais pobres e continuar gastando fortuna para manter um carro de luxo, beneficiar familiares e apadrinhados, dando um tapa no rosto de todos, principalmente aqueles que foram enganados na campanha eleitoral de 2008 com promessas e choros mentirosos.
A quem recorrer nesse momento, se até um processo que se encontra na Justiça Eleitoral contra essa turma, estranhamente até hoje não foi julgado pelo juiz. Será que o único município na Bahia que não existe justiça é Jussari?
O povo de Jussari precisa dar o troco. Esse ano tem eleição, temos a primeira chance, vamos votar contra essa turma que está prefeitura pensando só neles.
O PT, Valnio Muniz, chamamos a todas as pessoas que não aceitam a corrupção e a mentira a se juntar conosco em defesa de Jussari.
VALNIO MUNIZ, EX-PREFEITO
PRONUNCIAMENTO DO VEREADOR ANTONIO BASTOS ( PT ) NA TRIBUNA LIVRE EM 27.04.2010:
DE INICIO QUERO DIZER QUE AQUI NESTA CASA EXISTEM VEREADORES ESPECIALIZADOS EM DISTORCER O QUE NÓS FALAMOS NUMA TENTATIVA CLARA DE ENGANAR O POVO. É BOM LEMBRAR QUE NO GOVERNO DO PT A CRECHE MÃE MARIETA NUNCA FECHOU UM ANO COMO O VEREADOR QUIS DIZER. FICAMOS DOIS MESES FECHADOS PORQUE A CÂMARA DE VEREADORES, NUMA ATITUDE DE PERSEGUIÇÃO, NÃO AUTORIZOU QUE VALNIO FIZESSE USO DO DINHEIRO PARA COMPRAR ALIMENTOS PARA AQUELAS CRIANÇAS E AINDA, RECEBIAMOS 2 MIL E 400 REAIS QUE O GOVERNADOR PAULO SOUTO MANDOU CORTAR PELA METADE, QUANDO PASSAMOS A RECEBER MIL E 200 REAIS MAS MESMO ASSIM CONTINUAMOS ATENDENDO 280 CRIANÇAS DURANTE DOIS TURNOS.
O GOVERNO MUNICIPAL, QUE TEM A FRENTE A SENHORA NEONE CORDEIRO , ASSUMIU MUITOS COMPROMISSOS PARA CHEGAR AO PODER E POR ESTE MOTIVO NÃO ESTÁ CONSEGUINDO FAZER NADA. COMPROMISSOS QUE ASSUMIRAM E NÃO ESTÃO PODENDO CUMPRIR. PESSOAS QUE RECEBERAM PROMESSAS E QUE NÃO ESTÃO SENDO CUMPRIDAS.
PELO OUTRO LADO A RESPONSABILIDADE POR TUDO QUE ESTÁ ACONTECENDO EM JUSSARI É DA PREFEITA E TAMBÉM DAQUELES QUE FORAM PRÁ RUA PEDIR VOTO, DIZER PARA O POVO QUE VOTASSSE NELA PORQUE É A MELHOR. QUEM PEDIU VOTO TAMBÉM É CULPADO POR TUDO QUE ESTÁ ACONTECENDO EM JUSSARI, INCLUSIVE AQUELES QUE SEMPRE DIZIAM QUE NÃO IAM APOIA-LA E DE ÚLTIMA HORA MUDARAM DE IDÉIA. INCLUSIVE AQUELES QUE FICARAM SEGURANDO O POVO DIZENDO QUE ERA CANDIDATO QUANDO NA VERDADE SÓ ESTAVAM ENGANANDO A POPULAÇÃO.
A SALVAÇÃO DE NOSSO MUNICIPIO É O GOVERNADOR DO ESTADO WAGNER E O PRESIDENTE LULA.
SE NÃO FOSSSEM AS REALIZAÇÕES FEITAS AQUI EM JUSSARI PELO GOVERNO DO ESTADO E PELO GOVERNO FEDERAL JUSSARI NÃO TERIA NADA.
AÇÕES DO GOVERNO DO ESTADO EM JUSSARI:
03 CENTROS DIGITAIS,
PAA DAS HORTAS COMUNITÁRIAS, IMPLANTAÇÃO DA AGENCIA DO DESENBAHIA, VINDAS DE DUAS VIATURAS: UMA DA POLICIA CIVIL E OUTRA DA POLICIA MILITAR,
VINDA DO SINAL DE CELULAR,
CIRURGIAS DE CATARATA BENEFICIANDO MAIS DE 50 PESSOAS,
PROGRAMA TOPA ( TODOS PELA EDUCAÇÃO ), ENTREGA DE OCULOS PARA ALUNOS DO TOPA, ASSUMIU DE VEZ O SEGUNDO GRAU. SEI QUE VOSSO DISCURSO SENHOR PRESIDENTE, É PORQUE DIFERENTE DO PASSADO, HOJE O GOVERNADRO WAGNER BENEFICIA NÃO É SÓ OS SEUS APADRINHADOS POLITICOS E SIM A TODOS. ANTES O SEU GOVERNADOR PAULO SOUTA SÓ BENEFICIAVA QUEM O SENHOR OU SEU GRUPO POLITICA AUTORIZAVA.
AÇÕES DO GOVERNO FEDERAL:
BOLSA FAMÍLIA QUE BENEFICIA MAIS DE MIL FAMÍLIAS,
PROGRAMAÇÃO DE FORMAÇÃO DA RECREADORAS DAS CRECHES DO NOSSO MUNICIPIO,
PROUNE DANDO A POSSIBILIDADE DE ALUNOS CARENTES ESTUDAREI NUMA FACULDADE PARTICULAR,
PRONAF QUE FINANCIAMENTO PARA PRODUTORES DA AGRICULTURA FAMILIAR,
LEITE DO FOME ZERO,
PASSAGEM DO GÁSODUTO EM NOSSO MUNICIPIO PERMITINDO A VINDA DE RECURSOS EXTRAS DE QUASE DOIS MILHÕES DE REAIS QUE SOMADO AO GOVERNO ANTERIOR SERIAM QUASE QUATRO MILHÕES DE REAIS,
DINHEIRO QUE SE TIVESSSE SIDO BEM UTILIZADO TERIA TRAZIDO GRANDES BENEFICIOS PARA TODO O NOSSO MUNICIPIO, PASSAGEM QUE TRARÁ OUTROS BENEFICIOS PARA JUSSARI,
RECURSOS DO INGÁ PARA O REFLORESTAMENTO DO NOSSO RIO PIABANHA.
E O QUE GOVERNO MUNICIPAL TEM FEITO? QUAIS SÃO AS SUAS AÇÕES? O QUE TEM FEITO COM OS RECURSOS PRÓPRIOS?
ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS PAGAM PARA IR ESTUDAR, LEVANDO MUITO JOVENS A PERDER O ESTIMULO PARA FREQUENTAR UMA FACULDADE.
ESTUDANTES DEIXAM DE VIR A ESCOLA PORQUE FALTOU COMBUSTIVEL PARA O CARRO IR BUSCAR.
CARRO DOS ESTUDANTES TORNOU-SE CARRO DA SAÚDE PORQUE A SECRETARIA DE SAÚDE NÃO TEM UM CARRO PARA LEVAR OS DOENTES COM PROBLEMAS RENAIS.
ESCOLAS EM QUE AS PORTAS ESTÃO QUASE CAINDO NA CABEÇA DOS ALUNOS OU DOS FUNCIONÁRIOS.
SALÁRIOS ESTÃO ATRASADOS EM VÁRIOS SETORES.
A MINHA PERGUNTA É COMO ESTARÁ A CABEÇA DOS JOVENS QUE ILUDIDOS POR INUMERAS LIDERANÇAS QUE APOIARAM A ATUA PREFEITA, AGORA VEM TUDO DIFERENTE DO QUE ELES FALARAM E PIOR, COMEÇAR A PERCEBER QUE AQUELES QUE FORAM CAPAZES DE TUDO PARA GANHAR A ELEIÇÃO, AGORA ESTÃO VENDO O BARCO AFUNDADO E COMO FORMA DE LIVRAR A SUA PELE, PULAM FORA. QUEM SERÁ O RESPONSAVEL POR TUDO ISSO? CULPADOS ALÉM DA PREFEITA SÃO TODAS AQUELES QUE SAIRAM DE PORTA EM PORTA PEDIDNDO VOTO E DIZENDO QUE A SENHORA NEOENE SERIA A MELHOR PREFEITA PARA JUSSARI. ENQUANTO ESTAS LIDERANÇAS PULAM DO BARCO O POVO SOFRE AS CONSEQUENCIAS, QUEM PAGARÁ AO POVO ESTE PREJUIZO?
CRECHE MÃE MARIERA AGORA FUNCIONANDO SÓ UM TURNO, BAIRROS ABONDONADOS.
O NOSSO MUNICIPIO A CADA DIA ESTÁ PERDENDO GENTE, O POVO TÁ INDO EMBORA. NÃO VEJO O GOVERNO MUNICIPAL PREOCUPADO EM BUSCAR NOVAS ALTERNATIVAS ECONOMICAS PARA MELHORAR A VIDA DA POPULAÇÃO. PELO CONTRÁRIO, USAM MAL AQUILO QUE VEM DO GOVERNO DO ESTADO E DO GOVERNO FEDERAL. A AGRICULTURA DO NOSSO MUNICIPAL ESTÁ DEVAGAR QUASE PARANDO. O QUE ACONTECE É FRUTO DA INICIATIVA DO PRODUTOR PORQUE O GOVERNO MUNICIPAL NÃO TEM FEITO NADA PARA MELHORAR A AGRICULTURA DO NOSSO MUNICIPIO. A INCOMPETENCIA NÃO PERMITE QUE ESTE GRUPO VÁ EM BUSCA DE NOVAS ALTERNATIVAS. ESTE GRUPO POLITICO QUE SÓ ESTÁ PREOCUPADO EM GASTAR O DINHEIRO QUE VEM PARA OS COFRES DA PREFEITURA.
OPOSIÇÃO TENTANDO IMPEDIR DO GOVERNO FEDERAL E ESTADUAL
IMPEDIR DE CONTRATAR PESSOAS PARA CUIDAR DAS ESTRADAS DO NOSSO ESTADO, TEMOS JUSSARI E ARATACA;
RECENTIMENTE O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL EM ILHÉUS TENTOU IMPEDIR DE SER REALIZADA UMA AUDIENCIA PÚBLICA PARA DISCUTIR A FERROVIA OESTE – LESTE;
HÁ POUCOS TENTARAM IMPEDIR A CONSTRUÇÃO DA HIDRELETRICA NA REGIÃO DA AMAZONIA.
TENTARAM IMPEDIR A REALIZAÇÃO DO ENEM SOBRE A ALEGAÇÃO QUE ERA POLITICA PARTIDARIA.
REPETEM AGORA O QUE FIZERAM NO PASSADO: QUANDO O DEM TENTOU IMPEDIR O BOLSA FAMILIA, O PROUNE E VÁRIOS OUTROS PROGRAMAS IMPORTANTES PARA A POPULAÇÃO. ELES PENSAM QUE PREJUDICAM A LULA, A DILMA E A WAGNER, QUANDO NA VERDADE O PRINCIPAL PREJUDICADO É O POVO.
AGORA EM DIANTE, ANTES DE ALGUÉM FALAR ALGO CONTRA O PT, CONTRA O SEU GOVERNO, NÃO ESQUEÇA QUE DIFERENTE DE ANTES, AGORA TEMOS AQUI UM VEREADOR DO PT. MUITO OBRIGADO SENHOR PRESIDENTE!
Lula faz pronunciamento em homenagem ao Dia do Trabalho

BRASÍLIA - Na noite de quinta-feira dia (29), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um pronunciamento em cadeia de rádio e TV sobre o Dia do trabalho, que será comemorado no sábado, dia 01 de maio. Em seu pronunciamento, Lula disse ser a última vez que se dirigia aos brasileiros como presidente no dia do trabalhador e que trazia, como nos últimos sete anos, boas notícias: "No dia 1º de Maio, graças a Deus, temos comemorado, ano após ano do meu governo, o aumento do emprego, da massa salarial, do salário mínimo, do crédito e do poder de compra do trabalhador".
Lula disse também que "em sete anos, o Brasil gerou mais de 12 milhões de empregos com carteira assinada. E, neste primeiro trimestre, mais 650 mil novos postos de trabalho formais, um recorde absoluto. Já se prevê que o país vai gerar mais de dois milhões de empregos este ano, o que seria a melhor marca da nossa história".
Leia o pronunciamento na íntegra:
Companheiras Trabalhadoras e Companheiros Trabalhadores,
Esta é a última vez que falo com vocês, como presidente, para comemorar o nosso dia, o Dia do Trabalhador.
E falo como sempre falei nos últimos sete anos: olhando nos olhos de cada um de vocês; e trazendo, mais uma vez, boas notícias.
No dia 1o de Maio, graças a Deus, temos comemorado, ano após ano do meu governo, o aumento do emprego, da massa salarial, do salário mínimo, do crédito e do poder de compra do trabalhador. Temos comemorado também o crescimento vigoroso da economia e a clara retomada dos investimentos.
E temos celebrado o fato de que o Brasil construiu uma democracia sólida e firmou um modelo de desenvolvimento baseado no crescimento sustentado, na distribuição de renda e na diminuição da desigualdade entre as pessoas e entre as regiões.
Hoje temos orgulho do nosso país e somos respeitados pelo mundo.
Companheiras e companheiros,
Daqui a oito meses, deixarei a Presidência da República, cargo para o qual fui eleito duas vezes, pelo voto de milhões de brasileiros.
Olhando para o calendário, meu período de governo está chegando ao fim.
Mas algo me diz que este modelo de governo está apenas começando. Algo me diz, fortemente, em meu coração, que este modelo vai prosperar. Sabe por quê?
Porque este modelo não me pertence: pertence a vocês, pertence ao povo brasileiro. Que saberá defendê-lo e aprofundá-lo, com trabalho honesto e decisões corretas.
Nesses últimos anos, o povo aprendeu a confiar em si mesmo. Aprendeu a não dar ouvidos aos derrotistas e à turma do contra; aos que diziam que o Brasil tinha de se contentar com um crescimento medíocre; aos que pregavam o conformismo diante da exclusão social e da injustiça.
A experiência do meu governo mostrou o contrário. O Brasil tem todas as condições de crescer a taxas robustas, na casa dos 5% ao ano, e assim, converter-se numa das maiores economias do mundo.
Basta manter um rumo claro e seguro, não perdendo de vista nunca que a inclusão social é o grande motor do desenvolvimento econômico. Só reduzindo a pobreza, continuando a retirar da miséria milhões de brasileiros, consolidaremos um amplo mercado interno de massas, capaz de estimular e sustentar um longo período de crescimento econômico.
Porque não pode existir um país rico com um povo pobre. Não pode haver um país forte com um povo miserável. Só é rico o país que descobre que o povo é sua maior riqueza. Só é forte a nação que se constrói mobilizando a energia, os sonhos e as esperanças de sua gente.
Este é o caminho que o Brasil aprendeu a trilhar nesses últimos anos. Estou seguro de que nada ou ninguém será capaz de nos afastar desse rumo.
Minhas amigas e meus amigos,
Hoje, estamos vivendo uma era de firme retomada do crescimento econômico. Posso dizer com orgulho que o Brasil deixou para trás as décadas de estagnação. Nem a crise financeira internacional, a mais grave das últimas décadas, foi capaz de nos deter. Já retomamos com vigor o caminho do desenvolvimento econômico.
Estamos vivendo também uma era de retomada do emprego e do trabalho. A taxa de desocupação caiu fortemente nos últimos anos, de 12,3% em 2003 para 7,2% hoje.
Em sete anos, o Brasil gerou mais de 12 milhões de empregos com carteira assinada. E, neste primeiro trimestre, mais 650 mil novos postos de trabalho formais, um recorde absoluto. Já se prevê que o país vai gerar mais de dois milhões de empregos este ano, o que seria a melhor marca da nossa história.
O Brasil não apenas tem criado mais empregos. Tem também criado empregos melhores. Em fevereiro deste ano, 50,7% dos trabalhadores tinham carteira assinada. Um salto e tanto em relação a 2003, quando essa percentagem era de 43,5%.
Os salários também aumentaram no período. O salário mínimo, graças a um aumento real de 74% ao longo do governo, é o mais alto dos últimos 40 anos. A massa salarial como um todo cresceu 42% no mesmo período, em termos reais.
Também estamos vivendo uma era de fortíssima inclusão social, graças ao Bolsa Família e a muitos outros programas do governo.
Nos últimos sete anos, 31 milhões de brasileiros entraram na classe média e 24 milhões saíram da linha da miséria. Deixamos de ser um país majoritariamente pobre. Hoje as classes A, B e C formam quase 70% da população.
Tudo isso está fazendo a roda da economia girar de forma sustentada. Como há mais gente consumindo, o comércio vende mais e aí tem de encomendar mais da indústria, que tem de investir mais e contratar mais trabalhadores, num círculo virtuoso, que impulsiona o país e seu povo para frente.
Minhas amigas e meus amigos,
Quando um país, como o Brasil, realiza algumas conquistas sempre esperadas, abrem-se, imediatamente, novos desafios para o dia de amanhã.
Mais que nunca o Brasil está preparado para o futuro. Mas é preciso que a gente continue tomando as decisões certas, nas horas certas.
É isso que temos feito nos nossos projetos de longo e médio prazo, como o PAC-2 e o Pré-Sal.
Logo, logo começaremos a explorar as gigantescas reservas de petróleo descobertas pela Petrobrás no pré-sal.
Seus recursos não devem ser gastos em bobagens ou no custeio de despesas correntes. Por lei, serão aplicados, obrigatoriamente, em educação, saúde, ciência e tecnologia, cultura e meio ambiente.
Temos em mãos um passaporte para o futuro, e não podemos desperdiçar essa chance.
Temos pela frente grandes oportunidades: a realização da Copa do Mundo e das Olímpiadas de 2016, gerando investimentos, emprego e renda. Estou seguro de que o Brasil mostrará ao mundo, mais uma vez, sua competência, criatividade e capacidade de trabalho.
O Brasil é um país sem limites para crescer. Não apenas porque tem grandes riquezas naturais. Mas principalmente porque tem um povo generoso, forte e criativo.
Um povo maduro que sabe escolher, que trabalha duro e não desperdiça oportunidades.
Um povo que soube trazer nosso país até aqui e que saberá continuar conduzindo nosso Brasil no rumo certo.
Muito obrigado.
Boa Noite.
Fonte: O Globo
10 curiosidades sobre o Dia do Trabalho
No dia 1º de maio, comemora-se o Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador, como forma de celebrar as conquistas dos trabalhadores ao longo da história. Nessa mesma data, em 1886, ocorreu uma grande manifestação de trabalhadores na cidade de Chicago, nos Estados Unidos. Esta lista vai mostrar algumas curiosidades relacionadas ao Dia do Trabalho.- Em Chicago, milhares de trabalhadores protestavam contra a enorme carga horária pela qual eram submetidos - 13 horas diárias. A proposta era reduzir para 8 horas diárias, como é hoje (geralmente...).
- Além da diminuição da carga horária, os trabalhadores também exigiam descanso semanal remunerado e um período anual de férias, direitos trabalhistas que ainda não existiam na época.
- A escolha da data de 1° de maio ocorreu para homenagear os trabalhadores mortos pela repressão policial nos Estados Unidos. No entanto, as mortes só passaram a ocorrer a partir do dia 03 de maio.
- Apesar da escolha da data ter sido feita por membros da Segunda Internacional Socialista, os oito organizadores das manifestações eram militantes anarquistas, não socialistas.
- Os organizadores das manifestações foram denominados Mártires de Chicago. No monumento erguido a eles, estava o seguinte epíteto: "Um dia nosso silêncio será mais forte que as vozes que hoje vocês estrangulam".
- Em 23 de Abril de 1919, o senado francês proclamou feriado nacional no dia 1° de Maio. Em 1920, foi a vez da União Soviética. Aqui no Brasil, o primeiro de maio é comemorado desde o ano de 1925.
- Os Estados Unidos não comemoram o Dia do Trabalho no dia 1° de maio, e sim na primeira segunda-feira de setembro. Na Austrália comemora-se a data em duas ocasiões: na parte ocidental, em 04 de março e, na parte meridional, em 07 de outubro.
- Em 1940, o presidente Getúlio Vargas utilizou o 1° de maio para anunciar o novo salário mínimo. Em 1941, a data foi usada para marcar a criação da Justiça do Trabalho, que visava resolver os conflitos existentes entre os trabalhadores e seus patrões.
- Como Vargas utilizava a data para apresentar boas notícias aos trabalhadores, a data perdeu seu sentido original. Até então marcado por piquetes e protestos, o Dia do Trabalhador passou a ser comemorado com festas populares, desfiles e celebrações similares.
- Mesmo sendo um feriado nacional no Brasil, a Bahia ficou 55 anos sem comemorar a data porque os governantes acreditavam que era uma contradição não trabalhar no dia do Trabalho (hehehe).
FONTE: SITE DO DEPUTADO ESTADUAL ZÉ NETO
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