QUALIDADE DE VIDA
Para ter mais qualidade de vida, além da mudança de hábitos alimentares, é preciso adquirir ou manter a prática de exercícios físicos regularmente.
Isso deve fazer parte da rotina das pessoas. Praticar esporte, se exercitar é algo indispensável para uma vida saudável, e a alimentação adequada para o tipo de exercício que você pratica é fundamental para você ter excelentes resultados.
A nutrição dará ao corpo o que ele precisa para o seu melhor desempenho no exercício. E por outro lado o exercício melhora a habilidade do organismo em utilizar os nutrientes. Por isso é importante que esteja fazendo as duas coisas corretamente.
Muitos pessoas que praticam exercícios regularmente e principalmente atletas, se preocupam cada vez mais em como ter uma alimentação compatível com o tipo de atividade física, que colabore e otimize os efeitos do exercício.
Então veja a seguir como ter uma alimentação adequada para os exercícios:
Primeiro vamos deixar claro que a alimentação de um praticante de atividade física e a alimentação de um atleta devem ser diferentes, já que possuem objetivos diferentes. E nesse momento trataremos da nutrição para os praticantes de atividade física regular, visando o aumento de massa muscular e a perda de gordura.
O carboidrato é a fonte de energia mais rápida. Temos estoques em nosso organismo desse nutriente, porém são limitados, por isso fique atento com o consumo desse importante nutriente. Por isso para aqueles que desejam emagrecer, nada de fazer dietas radicais, excluindo esse ou qualquer outro nutriente.
A quantidade recomendada por dia é que seja em torno de 60% da sua alimentação diária, dando preferência por carboidratos complexos (batata, macarrão, arroz integral, pão, etc). De 1 a 2 horas antes dos exercícios o ideal é consumir pelo menos uma fonte deste nutriente e logo após também, pois antes ele te dará a energia que você precisa para gastar no exercício e depois é necessário para repor os estoques no organismo, recuperando também os músculos.
Quanto a proteína, de fato esse é um nutriente importantíssimo, a sua recomendação é de 10 a 15% da alimentação diária. Ao contrário do que muitos imaginam, que devem aumentar o seu consumo, é preciso ter cautela, consumir na quantidade certa é o suficiente. Somente em alguns casos se faz necessário um consumo maior, mas isso deve ser analisado pelo nutricionista de forma presencial.
Para que haja um aumento na massa muscular é preciso ingerir quantidades adequadas de proteína e carboidrato, caso você consuma quantidade insuficiente de carboidrato por exemplo, a proteína que deveria ser usada para o aumento de massa muscular, será usada como fonte energética.
Os alimentos fontes de proteínas (leite, iogurtes, queijos, carnes, ovos e feijões, etc.) não devem ser consumidos muito próximos do início das atividades físicas, uma vez que tem uma digestão mais lenta e podem atrapalhar o rendimento.
Outro nutriente importante são os lipídeos que também tem função energética e através deles que conseguimos obter as vitaminas lipossolúveis, A,D, E e K . Sua ingestão deve estar em torno de 25-30% da alimetação diária.
Assim como os alimentos fontes de proteínas, os alimentos que contém gorduras, por terem a digestão mais lenta, também não devem ser consumidos próximos aos horários dos exercícios.
Tendo uma alimentação equilibrada, consumindo todos os grupos alimentares: cereais, leguminosas, verduras, legumes, frutas, carnes, leite e derivados facilmente você atinge essas recomendações e terá o que você precisa para um bom desempenho nos exercícios e uma boa saúde.
Por:
Roberta dos Santos Silva
Nutricionista-chefe do programa Cyber Diet, formada pela Universidade Católica de Santos CRN-3 14.113
Roberta dos Santos Silva
Nutricionista-chefe do programa Cyber Diet, formada pela Universidade Católica de Santos CRN-3 14.113
Para ter mais qualidade de vida, além da mudança de hábitos alimentares, é preciso adquirir ou manter a prática de exercícios físicos regularmente.
Isso deve fazer parte da rotina das pessoas. Praticar esporte, se exercitar é algo indispensável para uma vida saudável, e a alimentação adequada para o tipo de exercício que você pratica é fundamental para você ter excelentes resultados.
A nutrição dará ao corpo o que ele precisa para o seu melhor desempenho no exercício. E por outro lado o exercício melhora a habilidade do organismo em utilizar os nutrientes. Por isso é importante que esteja fazendo as duas coisas corretamente.
Muitos pessoas que praticam exercícios regularmente e principalmente atletas, se preocupam cada vez mais em como ter uma alimentação compatível com o tipo de atividade física, que colabore e otimize os efeitos do exercício.
Então veja a seguir como ter uma alimentação adequada para os exercícios:
Primeiro vamos deixar claro que a alimentação de um praticante de atividade física e a alimentação de um atleta devem ser diferentes, já que possuem objetivos diferentes. E nesse momento trataremos da nutrição para os praticantes de atividade física regular, visando o aumento de massa muscular e a perda de gordura.
O carboidrato é a fonte de energia mais rápida. Temos estoques em nosso organismo desse nutriente, porém são limitados, por isso fique atento com o consumo desse importante nutriente. Por isso para aqueles que desejam emagrecer, nada de fazer dietas radicais, excluindo esse ou qualquer outro nutriente.
A quantidade recomendada por dia é que seja em torno de 60% da sua alimentação diária, dando preferência por carboidratos complexos (batata, macarrão, arroz integral, pão, etc). De 1 a 2 horas antes dos exercícios o ideal é consumir pelo menos uma fonte deste nutriente e logo após também, pois antes ele te dará a energia que você precisa para gastar no exercício e depois é necessário para repor os estoques no organismo, recuperando também os músculos.
Quanto a proteína, de fato esse é um nutriente importantíssimo, a sua recomendação é de 10 a 15% da alimentação diária. Ao contrário do que muitos imaginam, que devem aumentar o seu consumo, é preciso ter cautela, consumir na quantidade certa é o suficiente. Somente em alguns casos se faz necessário um consumo maior, mas isso deve ser analisado pelo nutricionista de forma presencial.
Para que haja um aumento na massa muscular é preciso ingerir quantidades adequadas de proteína e carboidrato, caso você consuma quantidade insuficiente de carboidrato por exemplo, a proteína que deveria ser usada para o aumento de massa muscular, será usada como fonte energética.
Os alimentos fontes de proteínas (leite, iogurtes, queijos, carnes, ovos e feijões, etc.) não devem ser consumidos muito próximos do início das atividades físicas, uma vez que tem uma digestão mais lenta e podem atrapalhar o rendimento.
Outro nutriente importante são os lipídeos que também tem função energética e através deles que conseguimos obter as vitaminas lipossolúveis, A,D, E e K . Sua ingestão deve estar em torno de 25-30% da alimetação diária.
Assim como os alimentos fontes de proteínas, os alimentos que contém gorduras, por terem a digestão mais lenta, também não devem ser consumidos próximos aos horários dos exercícios.
Tendo uma alimentação equilibrada, consumindo todos os grupos alimentares: cereais, leguminosas, verduras, legumes, frutas, carnes, leite e derivados facilmente você atinge essas recomendações e terá o que você precisa para um bom desempenho nos exercícios e uma boa saúde.
Por:
Roberta dos Santos Silva
Nutricionista-chefe do programa Cyber Diet, formada pela Universidade Católica de Santos CRN-3 14.113
Roberta dos Santos Silva
Nutricionista-chefe do programa Cyber Diet, formada pela Universidade Católica de Santos CRN-3 14.113
Serra despenca, e o culpado é o programa de TV
Nos bastidores da campanha, críticas recaem sobre o marqueteiro Luiz González. Os que reclamam acham que o candidato tucano tem que ser mais agressivo não só contra Dilma, mas também para cima do próprio Lula
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| Serra derrapa na campanha e críticas recaem cada dia mais sobre a equipe que produz seus programas de TV |
No início da tarde da quarta-feira (18), no teatro TUCA, em São Paulo, logo depois do final do debate UOL/Folha de São Paulo com os candidatos à Presidência, o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), esquivava-se com um sorriso educado de perguntas sobre dois temas. O primeiro: por que ele, vestido com uma jaqueta de couro preta e uma camisa esportiva rosa, era o único político ali que não estava de paletó e gravata? O que tinha achado do programa eleitoral de Serra, iniciado um dia antes, com referências ao presidente Lula e o candidato chamado de “Zé”, em frente a uma favela de mentira, desenhada virtualmente?
À primeira pergunta, ele explicava que tinha ido para São Paulo participar de reuniões com a cúpula da campanha de Serra que foram se estendendo além do previsto. Resultado: não tinha mais camisas sociais limpas. Para a segunda, a esquivada era total: “Não vi o programa. Ficou ruim essa favela, é? Vamos ter que ver”.
O que Sérgio Guerra evitava dizer é que mesmo ali, recém iniciado o horário eleitoral, já começavam as primeiras avaliações que apontavam para a desconfiança de que a campanha do candidato do PSDB tinha errado feio na concepção dos programas de TV. O mau desempenho de Serra esticava as reuniões de cúpula, que mantinham Sérgio Guerra, mesmo sem roupas limpas, em São Paulo. E as críticas só cresceram nos bastidores ao longo da semana. E começaram a se explicitar, ainda que de forma tímida, depois de divulgada no sábado (21) a última rodada da pesquisa Datafolha, que mostra a candidata do PT, Dilma Rousseff, 17 pontos na frente. Se as eleições fossem hoje, segundo o Datafolha, Dilma detonaria Serra ainda no primeiro turno.
A favela virtual do programa parece ser o símbolo máximo do artificialismo do programa de Serra. Afinal, o que é o candidato que se apresenta? O que ele deseja? Por que se apresenta como “Zé” se a vida inteira foi Serra? Se é de oposição, por que usa parte de seu programa para mostrar pontos de contato com o presidente Lula? Por que evita tanto atacar o atual governo?
Por enquanto, a maioria dos envolvidos na campanha de Serra evita fazer explicitamente críticas ao programa de TV. Mas políticos ouvidos pelo Congresso em Foco ponderam que ele deveria ser mais agressivo. Em um momento anterior da campanha, quando Serra liderava as pesquisas, havia um contingente grande do eleitorado que ainda não conhecia Dilma e que, portanto, não a associava com o presidente que tem mais de 80% de popularidade. Naquela época, era correto Serra não polemizar com Lula: ganhava pelo desconhecimento que se tinha de Dilma, ganhava por ser um nome mais conhecido e ganhava não se desgastando com um presidente popular. Mas agora, Dilma é cada vez mais conhecida pelo eleitorado como “a mulher do Lula”. “Se o eleitor sabe que ela é a mulher do Lula, então nós temos que nos apresentar muito claramente como sendo uma candidatura que se opõe ao atual governo. Do contrário, não vamos fazer sentido na cabeça do eleitorado”, avalia um deputado do DEM.
Para esse político, o marketing de Serra organizou-se para uma situação de manutenção da vantagem de Serra, um quadro que era verdadeiro há cerca de quatro meses. Mas Dilma ultrapassou o candidato do PSDB numa velocidade inesperada, e vem consolidando uma vantagem grande numa rapidez que os articuladores da campanha tucana também não previam. Havia um parâmetro nos quais os tucanos e os demistas acreditavam fortemente: mesmo o próprio Lula, na disputa com Geraldo Alckmin em 2006, não conseguira ganhar no primeiro turno. Não parecia possível que ele tivesse agora uma capacidade de transferência de votos maior do que a própria votação que obtivera. E Serra, acreditavam, era um candidato mais forte que Alckmin.
O problema é que a popularidade de Lula não parou de subir. E, avaliam alguns na campanha do PSDB, não houve agilidade para se compreender que essa situação exigia uma postura mais agressiva. Serra, considera esse grupo da campanha, precisa ir para o tudo ou nada.
Franco-atirador
Como não disputa cargo nenhum, o presidente do PTB, Roberto Jefferson, virou uma espécie de franco-atirador, que diz claramente o que outros pensam nos bastidores. Os comentários que tem postado em seu blog nos últimos dias têm apoio especialmente no DEM, mas também em parte do PSDB e do PPS, outros partidos da aliança de Serra. No sábado (21), após a pesquisa do Datafolha, ele comentava: “A luz vermelha pisca sem parar no núcleo de marquetagem de Serra, no entanto, o noticiário é que vai manter a mesma estratégia até a Semana da Pátria. Esse pessoal é mesmo uma pérola”.
Em seguida, Jefferson acrescentava-se: “Revive-se o drama da candidatura de Alckmin em 2006: enquanto tantos clamavam por mudanças na TV, dia após dia, no final nada veio. E, no desespero, o tucano enfim partiu para cima de Lula em um debate na TV, deixando-nos perplexos mas esperançosos. Não funcionou. O eleitor não aprovou: perdeu-se o timing”.
Evitar campanhas mais agressivas é uma característica do marqueteiro Luiz González, responsável tanto pela campanha de Alckmin em 2006 quanto da de Serra agora. Os que o criticam acham é que a sua ideia de fazer programas mais dóceis, apostando no alto astral, pode funcionar com candidatos que estão em vantagem (e, acrescentam, com candidatos que estão em vantagem qualquer coisa costuma funcionar). Se o candidato precisa, porém, reverter situações de desvantagem, ele precisa aparecer como contraponto de forma mais contundente. E é isso o que estaria faltando, avalia Jefferson e os que criticam González, nos atuais programas.
De um total de 270 pessoas que trabalham na estrutura de comunicação da campanha de Serra, nada menos que 140 estão na equipe de televisão. Sinal do valor que se dá para essa ferramenta como alavanca da campanha. A estrutura responsável pela propaganda eleitoral responde por um terço do orçamento previsto pela campanha tucana. Por isso é que, agora, quando tudo dá errado, atribui-se tanto os erros a essa mesma propaganda.
O primeiro erro apontado está em chamar Serra, que é assim conhecido desde que era presidente da UNE na década de 60, de “Zé”. A ideia era tirar de Serra sua cara de professor e aproximá-lo do povo, reforçando sua origem humilde, de filho de comerciante de frutas e legumes no mercado de São Paulo. Ocorre que ninguém chama Serra de “Zé”. Chamá-lo assim agora, criticam, é tão artificial quanto a favela que apareceu no programa. Por que uma favela de mentira? Serra não tem coragem de gravar o programa numa de verdade? Ainda que seja verdadeiro que Serra e Lula estiveram do mesmo lado em vários momentos, reforçar essa fato agora, dizem os críticos do programa, não faz sentido se Serra é o candidato da oposição. Os eleitores já sabem quem é a candidata do presidente.
As críticas ao programa começam a sair dos bastidores. No domingo, o senador Arthur Virgílio, candidato à reeleição no Amazonas, também criticou a estrutura centralizada do programa de Serra, pouco permeável a sugestões e críticas.
Por enquanto, como comentou e criticou Roberto Jefferson em seu blog, a intenção dos responsáveis é manter o mesmo tom para os programas de Serra, apesar das reclamações, até o feriado de 7 de setembro. Mas, no sábado (21) à noite, já houve um primeiro esboço de postura mais agressiva. Num apêndice, ao final do programa, algo que nem parecia fazer parte do programa de Serra, foi ao ar uma crítica mais dura a Dilma. Um locutor dizia que o Brasil perfeito que aparecia nos programas da candidata do PT não correspondia à realidade. Que aquela não era a verdadeira situação da saúde ou da educação brasileiras. E dirigia-se ao eleitor dizendo que ele sabia disso. Na campanha, os que esperam mais agressividade torcem para que seja só o começo. Mas, como comenta Jefferson, rezam para que já não seja tarde demais.
DATAFOLHA APONTA VITÓRIA DE DILMA NO 1º TURNO
Pesquisa Datafolha sobre a sucessão presidencial acaba de sair do forno e mostra Dilma Rousseff (PT) com 47% das intenções de voto, ante 30% de José Serra (PSDB). A ex-ministra conseguiu impor uma dianteira de 17 pontos percentuais pra cima do tucano e venceria no primeiro turno.
Marina Silva (PV) teria 9%, conforme o Datafolha. Em relação à última pesquisa, a petista mais que dobrou a sua vantagem em relação ao tucano. Antes, no levantamento de 9 a 12 de agosto, Dilma possuía 41% e Serra, 33%.
Na pesquisa divulgada na edição deste sábado na Folha (21), o percentual de indecisos cai para 8% e o daqueles que pretendem votar em branco ou nulo vai a 4%. Eliminando percentuais de brancos e nulos e indecisos, Dilma teria 54% dos votos válidos, ante 36% de José Serra e 10% de Marina Silva.
O Datafolha também apurou que Dilma, percentualmente, está empatada ou bate José Serra em todas as regiões, incluindo o Sul, onde ela enconstou no tucano (38% a 40%, tirando uma vantagem de 11 pontos do “carequinha”).
No Sudeste, Dilma vence por 45% a 32%, indo a 50 a 27% no eixo Norte/Centro-Oeste. A maior vantagem está concentrada no Nordeste brasileiro: 60% para Dilma e 22% para José Serra.
SEGUNDO TURNO
A petista também impôs maior dianteira nas intenções de voto no segundo turno da peleja eleitoral. Conforme o Datafolha, Dilma teria agora 53% a 39%. O cenário há uma semana era 49% a 41%. Na espontânea, Dilma saiu de 26% para 31% e Serra oscilou um ponto: de 16% para 17%.
Esta nova pesquisa Datafolha ouviu 2.727 eleitores em todo o país e tem margem de erro de dois pontos percentuais. O questionário foi aplicado nesta sexta, 20.
REJEIÇÃO
No capítulo rejeição eleitoral, Serra lidera com 27%. Conforme o Datafolha, 20% dos eleitores não votariam em Dilma e 16% rejeitam Marina. Plínio (PSOL) e Zé Maria (PSTU) têm 18% de rejeição cada um. Eymael (PSDC) acumula 17% e Ruy Costa (PCO) atinge 16%. Neste quesito, Ivan Pinheiro (PCB) atinge 15% e Levy Fidelix (PRTB), 12%.
Marina Silva (PV) teria 9%, conforme o Datafolha. Em relação à última pesquisa, a petista mais que dobrou a sua vantagem em relação ao tucano. Antes, no levantamento de 9 a 12 de agosto, Dilma possuía 41% e Serra, 33%.
Na pesquisa divulgada na edição deste sábado na Folha (21), o percentual de indecisos cai para 8% e o daqueles que pretendem votar em branco ou nulo vai a 4%. Eliminando percentuais de brancos e nulos e indecisos, Dilma teria 54% dos votos válidos, ante 36% de José Serra e 10% de Marina Silva.
O Datafolha também apurou que Dilma, percentualmente, está empatada ou bate José Serra em todas as regiões, incluindo o Sul, onde ela enconstou no tucano (38% a 40%, tirando uma vantagem de 11 pontos do “carequinha”).
No Sudeste, Dilma vence por 45% a 32%, indo a 50 a 27% no eixo Norte/Centro-Oeste. A maior vantagem está concentrada no Nordeste brasileiro: 60% para Dilma e 22% para José Serra.
SEGUNDO TURNO
A petista também impôs maior dianteira nas intenções de voto no segundo turno da peleja eleitoral. Conforme o Datafolha, Dilma teria agora 53% a 39%. O cenário há uma semana era 49% a 41%. Na espontânea, Dilma saiu de 26% para 31% e Serra oscilou um ponto: de 16% para 17%.
Esta nova pesquisa Datafolha ouviu 2.727 eleitores em todo o país e tem margem de erro de dois pontos percentuais. O questionário foi aplicado nesta sexta, 20.
REJEIÇÃO
No capítulo rejeição eleitoral, Serra lidera com 27%. Conforme o Datafolha, 20% dos eleitores não votariam em Dilma e 16% rejeitam Marina. Plínio (PSOL) e Zé Maria (PSTU) têm 18% de rejeição cada um. Eymael (PSDC) acumula 17% e Ruy Costa (PCO) atinge 16%. Neste quesito, Ivan Pinheiro (PCB) atinge 15% e Levy Fidelix (PRTB), 12%.
Se fosse eleita hoje, Dilma teria 57% do Senado
Embora o próprio PT deva eleger uma bancada de 10 senadores, Dilma teria uma base de 46 senadores aliados a ela. Já Serra, se eleito, passaria dificuldades: teria apenas 32 senadores
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| Levando-se em conta as últimas pesquisas, Dilma, se eleita, teria o apoio de 57% dos senadores |
Se as eleições fossem hoje, a candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, venceria tanto no primeiro quanto no segundo turno e seria eleita presidente da República. É o que têm apontado todas as pesquisa eleitorais nas suas últimas rodadas. Eleita, Dilma teria uma confortável base de apoio no Senado. O Congresso em Foco analisou as últimas pesquisas disponíveis em cada estado. Considerados esses números, a base de apoio de Dilma elegeria 46 senadores. Trata-se de uma maioria de 57%. Ficam descontados aí senadores que são de partidos da base de Dilma mas ou claramente se opõem a ela e ao PT (casos de Jarbas Vasconcelos, Luiz Henrique da Silveira e Orestes Quércia, do PMDB) ou que demonstram uma posição independente (casos de Pedro Simon e Germano Rigotto, também peemedebistas). Inclui-se na base dela um senador de um partido que formalmente está na chapa de José Serra: Fernando Collor (PTB).
Já José Serra, do PSDB, se conseguir reverter a desvantagem que tem hoje para Dilma, sofrerá um bocado para governar. Ele ficaria bem longe da maioria. Teria ao seu lado apenas 32 senadores, 39% do total. Caso ainda mais grave seria na hipótese de uma vitória de Marina Silva. Hoje, o PV tem ela como senadora. De acordo com as pesquisas, no ano que vem, não haverá nenhum senador verde.
Em dois estados, Sergipe e Pará, não há pesquisas recentes. As pesquisas disponíveis incluem políticos que acabaram não sendo candidatos ao Senado. Casos de Jackson Barreto (PMDB), que é candidato a vice na chapa de Marcelo Déda, do PT, em Sergipe, e Valéria Pires Franco, do DEM, no Pará. O Congresso em Foco inicialmente considerou-os, mas diante da manifestação de leitores, alterou o critério.
O site desconsiderou também o fato de que alguns senadores que têm mandato até 2015 disputam governos estaduais. Casos de Tião Viana (PT) no Acre, Fernando Collor (PTB) em Alagoas e Alfredo Nascimento (PR) no Amazonas. Caso eles venham a ser eleitos, porém, assumirão seus suplentes, que não alterarão os números de apoio a cada candidato. Desconsiderou também aqueles que estão com as candidaturas impugnadas ou mesmo já constestadas pelos Tribunais Regionais Eleitorais, uma vez que ainda há possibilidade de recurso para todos os casos.
Se eleita, Dilma terá no Senado uma situação semelhante à que tem Lula. Pode-se dizer que o presidente tem em torno de 48 senadores na sua base. Embora o PTB hoje esteja formalmente na chapa de Serra, o partido no Senado costuma votar com o governo. Ele não conta no PMDB com o voto de Jarbas Vasconcelos (PE). E Pedro Simon (PMDB-RS) costuma adotar uma postura independente. Cristovam Buarque (PDT) também, mas como está agora coligado à chapa do PT, é provável que assuma postura mais dócil.
Crescimento do PMDB
A força da bancada que apoia Dilma não vem exatamente do PT. De acordo com as últimas pesquisas, o partido até deverá crescer, aumentando de oito para nove os seus senadores. O PMDB, porém, pelos números mais recentes, passaria dos atuais 18 senadores para 20. Salto importante daria o PSB, que aumentaria de dois para quatro os seus senadores.
No caso de uma vitória de Serra, ele sustentaria seu apoio em seu próprio partido. O PSDB elegeria, pelos números de hoje, 14 senadores. Manteria a mesma bancada que tem hoje. Já o DEM perderia: cairia dos atuais 14 para 11.
Plínio de Arruda Sampaio, numa hipótese hoje completamente improvável de se eleger, teria uma senadora na sua bancada. Na verdade, de certa forma, uma senadora a contragosto. Heloisa Helena, que deve retornar como senadora por Alagoas, trabalhou internamente no Psol para que Plínio não fosse o candidato do partido.
Governador da Bahia tem 45% em nova pesquisa, contra 24% de Paulo Souto
O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), manteve a dianteira sobre os adversários na Bahia em pesquisa Vox Populi/Band/iG divulgada nesta segunda-feira. Candidato à reeleição, Wagner chegou a 45% das intenções de voto no Estado, contra 43% registrados no último levantamento, feito em julho.A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais. O segundo colocado, Paulo Souto (DEM), oscilou de 21% para 24% das preferências do eleitor no período, de acordo com o Vox Populi.
O ex-ministro da Integração Nacional Geddel Vieira Lima (PMDB) segue em terceiro lugar, com 9% - eram 10% na pesquisa anterior.
Entre os candidatos, Souto é quem tem o maior índice de rejeição (20%), seguido de Wagner (12%) e Geddel Vieira Lima (9%). Se este desempenho dos rivais for mantido até outubro, o governador petista seria reeleito ainda no primeiro turno.
No Estado, 16% dos eleitores não responderam ou não sabem em quem votar para governador, ante 19% registrados em julho. Brancos e nulos chegam a 6%.
Os outros candidatos – Bassuma (PV), Marcos Mendes (PSOL), Professor Carlos (PSTU) e Sandro Santa Bárbara (PCB) – não chegaram a 1% dos votos cada.
Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Wagner é citado por 27% dos eleitores, contra 10% de Paulo Souto e 4% de Geddel.
Parte do desempenho do atual governador baiano pode ser explicada pela popularidade do presidente Lula no Estado. A pesquisa aponta que 36% dos entrevistados afirmam que com certeza votariam no candidato a governador apoiado pelo presidente, cujo governo é bem avaliado (ótimo ou bom) por 89% da população baiana. Outros 40% dos eleitores dizem que poderiam votar no candidato apoiado por Lula, dependendo do nome do postulante.
Apenas 1% dos entrevistados dizem que a gestão de Lula na Presidência é ruim.
O governo Wagner é bem avaliado por 46% dos entrevistados. O Vox Populi apurou também que 18% dos baianos preferem que o próximo governador continue com todas as políticas da atual gestão. Quase metade (48%) dos entrevistados, porém, diz defender “algumas mudanças”, desde que seja mantida a maioria dos projetos.
A pesquisa ouviu 800 eleitores entre os dias 7 e 10 de agosto e foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TER-BA) sob o nº 28.602/10. No Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi protocolada com o número 22.948/10).
Senado
Na corrida para o Senado, César Borges, candidato do PR, segue como favorito para se reeleger. Ele subiu de 29% para 35% das intenções de voto, quase dez pontos a mais que o segundo colocado, Walter Pinheiro (que tem 27% das preferências). A candidata Lídice, do PSB, oscilou um ponto para baixo e agora soma 17%. Os candidatos do DEM, José Ronaldo e José Carlos Aleluia, têm 10% e 5% das intenções de voto, respectivamente.
O Vox Populi mostra, no entanto, que quase metade dos eleitores ainda não decidiu em quem votar para o Senado na Bahia. São 47% de eleitores indecisos (ou que não responderam ao questionário) e outros 11% que afirmam ter a intenção de votar em branco ou nulo. Na pesquisa espontânea, José Ronaldo é o candidato mais citado, com 4% das menções – nada menos do que 92% dos eleitores não sabem ou não responderam a pesquisa sem ver a lista de candidatos.
Na estimulada, César Borges é o favorito para receber o primeiro voto (27%), seguido por Walter Pinheiro (17%). Pinheiro, por sua vez, é mais citado como segunda opção de voto (10%), contra 9% de Lídice e 8% de César Borges.
NO 2º TURNO, WAGNER BATE SOUTO: 54% A 32%
16/ago/2010 . 19:23 | Autor: Seu Pimenta
O Datafolha testou na pesquisa sobre a sucessão baiana um cenário provável de segundo turno entre Jaques Wagner (PT) e o ex-governador Paulo Souto (DEM). Pesquisou, mas não divulgou no último final de semana.
Conforme relatório acessado pelo Pimenta, Jaques Wagner pontuou com 54% das intenções de voto no embate de segundo turno contra Paulo Souto, dono de 32% das intenções, conforme o Datafolha.
Em relação ao primeiro turno, Wagner e Souto ganham nove pontos percentuais de intenções de voto, cada um. 5% votariam em branco ou nulo. Neste cenário, existem 8% de indecisos
A pesquisa também confirma aquilo que está na boca de quem conhece os bastidores da política baiana. Se houver um segundo turno e mesmo que o peemedebista Geddel Vieira Lima anuncie apoio a Wagner, 60% dos eleitores fiéis ao PMDB votarão em Paulo Souto (DEM). 31% ficariam com o governador.
REJEIÇÃO DE GEDDEL AUMENTA 5 PONTOS
A pesquisa do Datafolha mostrou queda na rejeição de Paulo Souto (29% caiu para 26%) e Wagner (16% caiu para 15%). Na outra ponta, cresceu o percentual de eleitores que não votariam em Geddel Vieira Lima (18% subiu para 23%), aumento de cinco pontos percentuais.
Pior: na intenção de voto espontânea, tanto Paulo Souto como Wagner cresceram (dentro da margem de erro de 3 pontos percentuais), mas Geddel patinou. Wagner saiu de 25% para 28% de intenções de voto, Souto de 7% para 8% e Geddel estacionou nos 5%.
PT É O PREFERIDO DE 30% DOS BAIANOS
A pesquisa Datafolha realizada de 9 a 12 de agosto também aferiu a preferência partidária dos baianos. O PT está isolado neste quesito. 30% preferem a legenda de Wagner, do presidente Lula e da presidenciável Dilma Rousseff.
O PMDB é o segundo. Tem a preferência de 6% dos baianos, um ponto percentual a mais do que o PSDB. Mais os “sem-preferência” são 48% nesta pesquisa. DEM, PV, PSB, PTB, PRN e PDT têm 1%.
A pesquisa mostra que 73% dos que declinam preferência pelo PT votam em Wagner. 11% escolhem Paulo Souto e 4% ficam com Geddel.
Já do universo do eleitorado que se diz peemedebista, 39% disseram que votariam em Geddel, 29% em Souto e 19% em Wagner. Se o eleitor for tucano no quesito preferência, 59% marcham com Souto, 8% com Geddel e 20% preferem Wagner.
7% dos petistas não votariam no governador baiano e candidato à reeleição, sendo que pensam da mesma forma 44% dos peemedebistas. 22% dos eleitores tucanos rejeitam Wagner.
Conforme relatório acessado pelo Pimenta, Jaques Wagner pontuou com 54% das intenções de voto no embate de segundo turno contra Paulo Souto, dono de 32% das intenções, conforme o Datafolha.
Em relação ao primeiro turno, Wagner e Souto ganham nove pontos percentuais de intenções de voto, cada um. 5% votariam em branco ou nulo. Neste cenário, existem 8% de indecisos
A pesquisa também confirma aquilo que está na boca de quem conhece os bastidores da política baiana. Se houver um segundo turno e mesmo que o peemedebista Geddel Vieira Lima anuncie apoio a Wagner, 60% dos eleitores fiéis ao PMDB votarão em Paulo Souto (DEM). 31% ficariam com o governador.
REJEIÇÃO DE GEDDEL AUMENTA 5 PONTOS
A pesquisa do Datafolha mostrou queda na rejeição de Paulo Souto (29% caiu para 26%) e Wagner (16% caiu para 15%). Na outra ponta, cresceu o percentual de eleitores que não votariam em Geddel Vieira Lima (18% subiu para 23%), aumento de cinco pontos percentuais.
Pior: na intenção de voto espontânea, tanto Paulo Souto como Wagner cresceram (dentro da margem de erro de 3 pontos percentuais), mas Geddel patinou. Wagner saiu de 25% para 28% de intenções de voto, Souto de 7% para 8% e Geddel estacionou nos 5%.
PT É O PREFERIDO DE 30% DOS BAIANOS
A pesquisa Datafolha realizada de 9 a 12 de agosto também aferiu a preferência partidária dos baianos. O PT está isolado neste quesito. 30% preferem a legenda de Wagner, do presidente Lula e da presidenciável Dilma Rousseff.
O PMDB é o segundo. Tem a preferência de 6% dos baianos, um ponto percentual a mais do que o PSDB. Mais os “sem-preferência” são 48% nesta pesquisa. DEM, PV, PSB, PTB, PRN e PDT têm 1%.
A pesquisa mostra que 73% dos que declinam preferência pelo PT votam em Wagner. 11% escolhem Paulo Souto e 4% ficam com Geddel.
Já do universo do eleitorado que se diz peemedebista, 39% disseram que votariam em Geddel, 29% em Souto e 19% em Wagner. Se o eleitor for tucano no quesito preferência, 59% marcham com Souto, 8% com Geddel e 20% preferem Wagner.
7% dos petistas não votariam no governador baiano e candidato à reeleição, sendo que pensam da mesma forma 44% dos peemedebistas. 22% dos eleitores tucanos rejeitam Wagner.
O QUE UMA ESCRITORA HOLANDESA FALOU DO BRASIL
LEIA COM BASTANTE ATENÇÃOOs brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos. Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado.
Só existe uma companhia telefônica e pasmem!: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.
Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.
Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta.
Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.
Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de 'Como conquistar o Cliente'.
Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos.
Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.
Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc... Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais.
Os dados são da Antropos Consulting:
1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.
4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
5.. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.
6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.
7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.
8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.
9. Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.
10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO- 9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
11. O Brasil é 1º maior mercado de jatos e helicópteros executivos do mundo.
Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?
1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?
2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?
3. Que suas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?
4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?
6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?
7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?
Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando..
É! O Brasil é um país abençoado de fato.
Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.
Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques
Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.
Bendita seja, querida pátria chamada
Brasil!!
Divulgue esta mensagem para o máximo de pessoas que você puder. Com essa atitude, talvez não consigamos mudar o modo de pensar de cada brasileiro, mas ao ler estas palavras irá, pelo menos, por alguns momentos, refletir e se orgulhar de ser BRASILEIRO!!!
Primeiro Turno?

Correio Braziliense
Marcos Coimbra, sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi
A cada momento, as eleições suscitam perguntas diferentes. Já foram várias: Dilma decolará? Serra será candidato? Marina vai empolgar? Quanto de sua popularidade Lula conseguirá transferir?
A mais nova e interessante diz respeito a um cenário que muitos consideravam impensável há pouco tempo: será que Dilma vai ganhar no primeiro turno?
Algumas pessoas acham que apenas formular essa pergunta é tomar partido de Dilma, querer que ela vença ou torcer por ela. São os que supõem que a hipótese é tão absurda que só faria sentido na cabeça de um “dilmista”.
Na verdade, não. São cada vez mais numerosos os analistas que trabalham com essa possibilidade. Até quem sempre raciocinou unicamente com a situação inversa, de Serra vencer no primeiro turno, hoje admite que ela exista e que está se tornando a cada dia mais provável.
Já faz tempo, no entanto, que as pesquisas permitiam antevê-la. A rigor, desde o final do ano passado, quando Serra ainda estava com folgada dianteira. Bastava levar em conta o que diziam as pessoas que conseguiam estabelecer a ligação entre Dilma e Lula.
Entre os que sabiam que ela era a candidata do presidente, a liderança do ex-governador desaparecia e os dois ficavam com a mesma intenção de voto. Mas, ao considerar o perfil socioeconômico dos que não sabiam, via-se que ela tinha grande potencial de crescimento, bastando, para isso, que a informação aumentasse e alcançasse os segmentos mais propensos a votar em seu nome.
De dezembro em diante, as pesquisas foram mostrando que, a cada ponto que subia o conhecimento de que ela era a candidata de Lula, aumentavam suas intenções de voto. Ou seja, embora Serra continuasse liderando, sua vantagem era frágil, pois se sustentava em algo que a campanha eleitoral se encarregaria de alterar. Era a desinformação que lhe dava vantagem, e essa tenderia a desaparecer à medida que a eleição se avizinhasse.
Lula fez o que estava ao seu alcance para que cada vez mais pessoas identificassem Dilma como sua candidata. Levou-a a todos os palanques, convidou-a para inaugurações e solenidades, viajou com ela Brasil afora. Mas foi a imprensa quem mais contribuiu para que seu objetivo - universalizar a informação de que ele a apoiava - fosse sendo progressivamente atingido.
Em 2010, fora seus discursos para as platéias reunidas nesses eventos, Lula só se dirigiu diretamente ao conjunto dos eleitores para falar em Dilma uma vez: quando estrelou os comerciais e o programa partidário do PT em maio. Apenas nessa oportunidade usou uma mídia de massa para falar olhando nos olhos do eleitor e pedir seu voto.
Hoje, cerca de 80% dos eleitores são capazes de associar Dilma a Lula, mas menos de 25% dizem conhecê-la bem. Faltam 20% que sequer a conhecem e há uma larga fatia que somente sabe seu nome.
Engana-se quem olha seus atuais 40% de intenções de voto como teto. Ela chegou a esse patamar através de um processo de difusão da informação que alcançou o eleitor popular fundamentalmente através do chamado “boca a boca”. Nele, a bem dizer, a televisão foi apenas coadjuvante.
Quando, a partir da semana que vem, a propaganda eleitoral começar e Lula passar a aparecer diariamente no programa e nos comerciais na TV e no rádio, Dilma deverá entrar em uma nova etapa de crescimento. Até onde irá, é difícil dizer.
Como as perspectivas de crescimento de Serra são reduzidas, a esperança de quem quer dois turnos se deslocou para Marina e os pequenos candidatos. Mas a mídia que terão é tão exígua (Marina, por exemplo, disporá de um único comercial em horário nobre por semana) que é pouco provável que sejam sequer percebidos pela maioria do eleitorado.
É por essas (e outras) que quem entende de eleição cada vez mais considera possível a vitória, em primeiro turno, da candidata de Lula.
Marcos Coimbra, sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi
A cada momento, as eleições suscitam perguntas diferentes. Já foram várias: Dilma decolará? Serra será candidato? Marina vai empolgar? Quanto de sua popularidade Lula conseguirá transferir?
A mais nova e interessante diz respeito a um cenário que muitos consideravam impensável há pouco tempo: será que Dilma vai ganhar no primeiro turno?
Algumas pessoas acham que apenas formular essa pergunta é tomar partido de Dilma, querer que ela vença ou torcer por ela. São os que supõem que a hipótese é tão absurda que só faria sentido na cabeça de um “dilmista”.
Na verdade, não. São cada vez mais numerosos os analistas que trabalham com essa possibilidade. Até quem sempre raciocinou unicamente com a situação inversa, de Serra vencer no primeiro turno, hoje admite que ela exista e que está se tornando a cada dia mais provável.
Já faz tempo, no entanto, que as pesquisas permitiam antevê-la. A rigor, desde o final do ano passado, quando Serra ainda estava com folgada dianteira. Bastava levar em conta o que diziam as pessoas que conseguiam estabelecer a ligação entre Dilma e Lula.
Entre os que sabiam que ela era a candidata do presidente, a liderança do ex-governador desaparecia e os dois ficavam com a mesma intenção de voto. Mas, ao considerar o perfil socioeconômico dos que não sabiam, via-se que ela tinha grande potencial de crescimento, bastando, para isso, que a informação aumentasse e alcançasse os segmentos mais propensos a votar em seu nome.
De dezembro em diante, as pesquisas foram mostrando que, a cada ponto que subia o conhecimento de que ela era a candidata de Lula, aumentavam suas intenções de voto. Ou seja, embora Serra continuasse liderando, sua vantagem era frágil, pois se sustentava em algo que a campanha eleitoral se encarregaria de alterar. Era a desinformação que lhe dava vantagem, e essa tenderia a desaparecer à medida que a eleição se avizinhasse.
Lula fez o que estava ao seu alcance para que cada vez mais pessoas identificassem Dilma como sua candidata. Levou-a a todos os palanques, convidou-a para inaugurações e solenidades, viajou com ela Brasil afora. Mas foi a imprensa quem mais contribuiu para que seu objetivo - universalizar a informação de que ele a apoiava - fosse sendo progressivamente atingido.
Em 2010, fora seus discursos para as platéias reunidas nesses eventos, Lula só se dirigiu diretamente ao conjunto dos eleitores para falar em Dilma uma vez: quando estrelou os comerciais e o programa partidário do PT em maio. Apenas nessa oportunidade usou uma mídia de massa para falar olhando nos olhos do eleitor e pedir seu voto.
Hoje, cerca de 80% dos eleitores são capazes de associar Dilma a Lula, mas menos de 25% dizem conhecê-la bem. Faltam 20% que sequer a conhecem e há uma larga fatia que somente sabe seu nome.
Engana-se quem olha seus atuais 40% de intenções de voto como teto. Ela chegou a esse patamar através de um processo de difusão da informação que alcançou o eleitor popular fundamentalmente através do chamado “boca a boca”. Nele, a bem dizer, a televisão foi apenas coadjuvante.
Quando, a partir da semana que vem, a propaganda eleitoral começar e Lula passar a aparecer diariamente no programa e nos comerciais na TV e no rádio, Dilma deverá entrar em uma nova etapa de crescimento. Até onde irá, é difícil dizer.
Como as perspectivas de crescimento de Serra são reduzidas, a esperança de quem quer dois turnos se deslocou para Marina e os pequenos candidatos. Mas a mídia que terão é tão exígua (Marina, por exemplo, disporá de um único comercial em horário nobre por semana) que é pouco provável que sejam sequer percebidos pela maioria do eleitorado.
É por essas (e outras) que quem entende de eleição cada vez mais considera possível a vitória, em primeiro turno, da candidata de Lula.
GOVERNO DO ESTADO INICIA RONDA NOS BAIRROS NA CIDADE DE ITABUNA
O programa Ronda nos Bairros chega a Itabuna, no sul da Bahia. Policiais militares e viaturas padronizadas garantirão a segurança dos moradores de quatro áreas identificadas como as de maior índice de violência na cidade, englobando 18 bairros onde se estima que vivam mais de 66 mil pessoas. O lançamento, aberto à imprensa e a representantes da sociedade civil, será realizado às 9h, no auditório da FTC, na rua Inácio Tosta Filho, centro.
Para obter o atendimento das equipes do Ronda nos Bairros em Itabuna, a população deverá ligar para seguintes números: 3214-1501 (Maria Pinheiro, Fonseca e Novo Fonseca); 3214-1502 (Pedro Jerônimo, Daniel Gomes, Zizo, São Pedro, São Judas); 3214-1503 (São Caetano, Sarinha, Novo São Caetano); 3214-1504 (Jaçanã, Jardim Primavera, Novo Jaçanã, Banco Raso, Vila Anália, Santa Clara, Gogó da Ema).
Após o atendimento da equipe policial, a ligação será passada para a Central registrar a ocorrência. O programa já atende três regiões de Salvador (Tancredo Neves, Subúrbio Ferroviário e Pau da Lima) e Feira de Santana, onde cobre 25% da cidade.
PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE JUSSARI CONTINUAM EM GREVE PARCIAL
ONTEM INICIOU A GREVE PARCIAL DOS PROFESSORES E DEMAIS PROFISSIONAIS EM EDUCAÇÃO DE JUSSARI VISANDO MELHORES SALÁRIOS E DATA BASE PARA TODOS, INCLUINDO O PESSOAL DE MANUTENÇÃO.
A MOBILIZAÇÃO SERÁ A PARTIR DAS 10 HORAS NO TURNO MATUTINO, 15 HORAS NO VESPERTINO E 21 HORAS NO NOTURNO.
COMO BASE DE APOIO PARA GREVES, A LEI 7.783, DE 28 DE JUNHO DE 1989 DIZ NO ARTIGO 7º, PARÁGRAFO ÚNICO, QUE É VEDADA A RESCISÃO DE CONTRATO DE TRABALHO DURANTE A GREVE, BEM COMO A CONTRATAÇÃO DE TRABALHADORES SUBSTITUTOS, EXCETO NA OCORRÊNCIA DAS HIPÓTESES PREVISTAS NOS ARTIGOS 9º E 14. O ARTIGO DIZ QUE OBSERVADAS AS CONDIÇÕES PREVISTAS NESTA LEI, A PARTICIPAÇÃO EM GREVE SUSPENDE O CONTRATO DE TRABALHO, DEVENDO AS RELAÇÕES OBRIGACIONAIS, DURANTE O PERÍODO, SER REGIDAS PELO ACORDO, CONVENÇÃO, LAUDO ARBITRAL OU DECISÃO DA JUSTIÇA DO TRBALHO.
O ARTIGO 17 DA MESMA LEI DIZ QUE FICA VEDADA A PARALISAÇÃO DAS ATIVIDADES, POR INICIATIVA DO EMPREGADOR, COM O OBJETIVO DE FRUSTRAR NEGOCIAÇÕES OU DIFICULTAR O ATENDIMENTO DE REIVINDICAÇÕES DOS RESPECTIVOS EMPREGADOS. O PARÁGRAFO ÚNICO DIZ QUE A PRÁTICA REFERIDA ASSEGURA AOS TRABALHADORES O DIREITO À PERCEPÇÃO DOS SALÁRIOS DURANTE O PERÍODO DE PARALISAÇÃO.
POR VOLTA DAS 13 HORAS E 17 MINUTOS DE ONTEM, EU, VEREADOR ANTONIO BASTOS ( PT ), O COORDENADOR DA ASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES DE JUSSARI, DEOCLIDES VASCONCELOS, PRESIDENTE DO SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS, JOSÉ RAIMUNDO SALES, PARTICIPAMOS DE UMA AUDIÊNCIA PÚBLICA NO MINISTÉRIO PÚBLICO EM BUERAREMA PARA DENUNCIAR A PREFEITA NEONE CORDEIRO ( PP ) POR AMEAÇA AOS SERVIDORES E PUNIÇÃO A SEVIDORES MUNICIPAIS EM GREVE, POR NÃO CUMPRIR A DATA BASE DE PAGAMENTO E POR PERCA SALARIAL.
VÁRIOS SEVIDORES, GUARDAS MUNICIPAIS, RECEBERAM FALTA POR FAZER GREVE E AINDA, CINCO DIAS DE SUSPENSÃO E AMEAÇA DE MAIS CINCO DIAS SE NÃO ASSINASSEM O COMUNICADO DE PUNIÇÃO ENCAMINHADO PELA SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO.
O PESSOAL DA MANUTENÇÃO ESTA RECEBENDO SEMPRE ATRASADO E O SALÁRIAL DO PROFESSOR É BASTANTE DEFASADO.
O NÍVEL I R$ - 534,75, NÍVEL III R$ -560,54 E O NÍVEL IV R$ - 651,65.
VÁRIOS SEVIDORES, GUARDAS MUNICIPAIS, RECEBERAM FALTA POR FAZER GREVE E AINDA, CINCO DIAS DE SUSPENSÃO E AMEAÇA DE MAIS CINCO DIAS SE NÃO ASSINASSEM O COMUNICADO DE PUNIÇÃO ENCAMINHADO PELA SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO.
O PESSOAL DA MANUTENÇÃO ESTA RECEBENDO SEMPRE ATRASADO E O SALÁRIAL DO PROFESSOR É BASTANTE DEFASADO.
O NÍVEL I R$ - 534,75, NÍVEL III R$ -560,54 E O NÍVEL IV R$ - 651,65.
A TARDE TIVEMOS NA SEDE DA ENTIDADE A PRESENÇA DA REPRESENTANTE REGIONAL DA APLB PARA DISCUTIR COM A CATEGORIA A SITUAÇÃO PELA QUAL PASSAM OS PROFISSIONAIS EM EDUCAÇÃO.
BLOG DA DILMA 13 PRESIDENTE: Vox Populi deverá abrir 12 pontos de diferença
BLOG DA DILMA 13 PRESIDENTE: Vox Populi deverá abrir 12 pontos de diferença: "Blog de Luis Nassif Vox Populi deverá abrir 12 pontos de diferença Conversei agora com João Francisco Meira, diretor-presidente do Vox Popul..."
Vox Populi deverá abrir 12 pontos de diferença
Blog de Luis Nassif
Vox Populi deverá abrir 12 pontos de diferença
Conversei agora com João Francisco Meira, diretor-presidente do Vox Populi. A próxima pesquisa sairá no fim de semana. Sua avaliação é que Dilma abrirá "12 pontos para cima" sobre José Serra.
Desde março João Francisco vem alertando que a eleição iria acabar antes de começar.
"Se olhar com olhar que tem uma teoria explicativa por trás do processo, vai entender o que está acontecendo", explica ele.
Há cinco fatores determinantes nessas eleições, que dificilmente serão alterados até o dia da votação:
Satisfação com a situação econômica pessoal: 78% das pessoas satisfeitas ou muito. Satisfação com a maneira como governo está governando: Quase 80% aprovam governo. Admiração pelo presidente da República: 84%. Identidade partidária: 25% das pessoas são PT. Os outros todos somados dão o tamanho do PT. E metade da população não tem partido mas rejeita o PT. Diferença de tempo na TV: Dilma quase 40% a mais. Portanto, domínio sobre a variável campanha. Campanha é só tempo, diz ele. Não precisa entrar em discussão sobre competência, porque tem competência dos dois lados.
Esses fatores são constantes e dificilmente serão mudados até lá. Nem todas as eleições são assim, explica João Francisco, mas essa é.
As alterações que puderem ocorrer no resultado serão a favor de Dilma. Antes da pesquisa Sensus (que ele ainda não tivera tempo de analisar) 16% do eleitoraedo não sabiam sequer quem era a candidata de Lula. Cerca de 20% do eleitorado com tendência a votar em Dilma, ainda não a conhece. Pode ser que nem apareçam para votar – dado o nível de desinformação a esta altura do campeonato. Mas se aparecerem, votarão na Dilma.
Essas tendências são corroboradas na tabela do cientista social Marcos Figueiredo, que traça a média e projeta as pesquisas dos quatro principais institutos – Ibope, Sensus, Vox e Datafolha. João Francisco não recomenda a tabela do Estadão – que também trabalha com a média. A do Estadão recorre a uma regressão linear para projetar resultados, quando o correto – como faz Figueiredo – é a progressão logarítima.
Para João Francisco, entre os institutos de pesquisa a única incógnita é o Datafolha. Se persistir na sua base amostral atual, só daqui um mês estará em linha com os demais institutos – quando o nível de informação dos eleitores estiver nivelado. Se incluir os partidos dos candidatos no questionário, Dilma poderá ganhar dois pontos a mais. Mas se não mudar a base amostral, ainda pagará mico por mais um mês.
Vox Populi deverá abrir 12 pontos de diferença
Conversei agora com João Francisco Meira, diretor-presidente do Vox Populi. A próxima pesquisa sairá no fim de semana. Sua avaliação é que Dilma abrirá "12 pontos para cima" sobre José Serra.
Desde março João Francisco vem alertando que a eleição iria acabar antes de começar.
"Se olhar com olhar que tem uma teoria explicativa por trás do processo, vai entender o que está acontecendo", explica ele.
Há cinco fatores determinantes nessas eleições, que dificilmente serão alterados até o dia da votação:
Satisfação com a situação econômica pessoal: 78% das pessoas satisfeitas ou muito. Satisfação com a maneira como governo está governando: Quase 80% aprovam governo. Admiração pelo presidente da República: 84%. Identidade partidária: 25% das pessoas são PT. Os outros todos somados dão o tamanho do PT. E metade da população não tem partido mas rejeita o PT. Diferença de tempo na TV: Dilma quase 40% a mais. Portanto, domínio sobre a variável campanha. Campanha é só tempo, diz ele. Não precisa entrar em discussão sobre competência, porque tem competência dos dois lados.
Esses fatores são constantes e dificilmente serão mudados até lá. Nem todas as eleições são assim, explica João Francisco, mas essa é.
As alterações que puderem ocorrer no resultado serão a favor de Dilma. Antes da pesquisa Sensus (que ele ainda não tivera tempo de analisar) 16% do eleitoraedo não sabiam sequer quem era a candidata de Lula. Cerca de 20% do eleitorado com tendência a votar em Dilma, ainda não a conhece. Pode ser que nem apareçam para votar – dado o nível de desinformação a esta altura do campeonato. Mas se aparecerem, votarão na Dilma.
Essas tendências são corroboradas na tabela do cientista social Marcos Figueiredo, que traça a média e projeta as pesquisas dos quatro principais institutos – Ibope, Sensus, Vox e Datafolha. João Francisco não recomenda a tabela do Estadão – que também trabalha com a média. A do Estadão recorre a uma regressão linear para projetar resultados, quando o correto – como faz Figueiredo – é a progressão logarítima.
Para João Francisco, entre os institutos de pesquisa a única incógnita é o Datafolha. Se persistir na sua base amostral atual, só daqui um mês estará em linha com os demais institutos – quando o nível de informação dos eleitores estiver nivelado. Se incluir os partidos dos candidatos no questionário, Dilma poderá ganhar dois pontos a mais. Mas se não mudar a base amostral, ainda pagará mico por mais um mês.
PROFESSORES ENTRAM EM GREVE A PARTIR DE SEGUNDA-FEIRA
NA PRÓXIMA SEGUNDA-FEIRA, 09.08, OS PROFISSIONAIS EM EDUCAÇÃO ENTRAM EM GREVE PARCIAL, "OPERAÇÃO TARTARUGA", REIVINDICANDO AUMENTO DE SALÁRIO JÁ ESTABELECIDO EM LEI MUNICIPAL QUE ATÉ O MOMENTO NÃO TEM SIDO CUMPRIDO PELO GOVERNO MUNICIPAL.
MESMO ANTES DO INICIO DA GREVE, O GOVERNO MUNICIPAL TEM FEITO VÁRIAS REUNIÕES COM OS FUNCIONÁRIOS DA EDUCAÇÃO PARA TENTAR INTIMIDAR, AMEAÇANDO CORTAR HORAS NÃO TRABALHADAS E ATÉ CONTRATAR OUTRAS PESSOAS PARA FAZER SUBSTITUIÇÃO DOS GREVISTAS, DIZENDO QUE A PARALISAÇÃO É ILEGAL.
RECENTIMENTE O GOVERNO MUNICIPAL, QUE TEM A FRENTE A PREFEITA NEONE CORDEIRO, DEU FALTA NOS GUARDAS-MUNICIPAIS POR TEREM FEITO GREVE DE ADVERTENCIA E ATÉ DERAM CINCO DIAS A TODOS OS PARTICIPANTES E AINDA AMEAÇOU COLOCAR MAIS CINCO SE QUALQUER UM DELES NÃO DESSE CIENTE NO DOCUMENTO RECEBIDO, MESMO A CATEGORIA, ATRAVÉS DO SEU SINDICATO, TENDO CUMPRIDO A TRANMITAÇÃO LEGAL.
ESTE É O GOVERNO GENTE QUE CUIDA DA GENTE.
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