MP pede o afastamento de Neone, prefeita
MP pede o afastamento de Neone, prefeita
de Jussari por improbidade administrativa e para garantir a integridade
de documentos oficiais. O promotor Inocêncio de Carvalho deu entrada na
Ação Civil Pública 0000863-22.2012.805.0033.
A Câmara pediu à prefeita Neone Cordeiro que enviasse a relação dos
funcionários contratados, com o setor de trabalho e o salário de cada
um, mas não obteve resposta. O Ministério Público então enviou oficiou
igual, acrescentando a folha do pessoal concursado e contratado dos
últimos 6 meses.
O MP também foi ignorado pela prefeita e o caso ficou pior quando o
vereador Gilvan Fernandes Ferreira enviou ofício questionando a vinda de
pessoas de outros municípios e até estados, para ser empossados em
Jussari, ultrapassando, segundo o vereador, mais de 200.
No dia 23 de agosto o promotor ouviu os vereadores Erisvaldo Oliveira
Moraes, Antônio Bastos Muniz, Gilvan Fernandes Ferreira, Jessé Bispo de
Sousa e Gideon Oliveira de Carvalho, que deram indícios de que
licitações estavam sendo feitas para beneficiar determinada empresa.
As vencedoras, segundo os edis, receberam os convites em suas próprias
sedes, em Eunápolis, enquanto as outras, que tentaram obter as cartas
convites na Prefeitura Municipal, não foram atendidas. Além disso, as
sessões para escolha dos vencedores não foram públicas.
Outra irregularidade grave é que Neone Cordeiro não envia as
informações obrigatórias, mês a mês, para o Tribunal de Contas dos
Municípios. Por tudo isso o Ministério Público pediu à Justiça ordem
para busca e apreensão das contas relacionadas aos meses já vencidos de
2012.
Mais o afastamento imediato da prefeita pelo risco de que ela use sua
autoridade para impedir a obtenção de provas ou faça aliciamento de
testemunhas. É a segunda vez que Inocêncio de Carvalho pede o
afastamento de Neone.
Apreensão
Na anterior, a Justiça entendeu que isso não era necessário. Mas
deferiu o pedido feito pelo MP, de busca e apreensão, por reconhecer que
as irregularidades são de extrema gravidade e existem indícios de sobra
apontados pelo Ministério Público.
A ordem judicial incluiu as folhas de pagamentos do pessoal concursado e
dos contratados, de 2011 a agosto de 2012, dos livros e decretos de
janeiro a agosto deste ano. Se não forem localizados na prefeitura,
Neone fica intimada a entregá-los em 48 horas, sob pena de multa diária
de R$ 1 mil.
No dia 26 de setembro, na tentativa de cumprir o mandado de busca e
apreensão, o oficial de justiça Marcelo Ladeia De Almeida e o promotor
Inocêncio de Carvalho foram à prefeitura e apreenderam computadores,
cadastro das contas bancárias, senhas de acesso aos PCs e decretos.
Porém, não foram encontrados os decretos de números 1982, 1983, 1984,
1991, 2001, 2003, 2004, 2007, 2008, 2009 e 2013. Os computadores foram
devolvidos no dia seguinte, depois que o MP fez uma cópia dos HDs, mas
os dados só podem ser acessados pelo programa da contabilidade.
Na prefeitura, ninguém soube explicar porque não os dados não são
enviados ao sistema SIGA desde dezembro de 2011, outra irregularidade
grave, assim como o atraso constante no pagamento dos salários. Os
vereadores ainda acusam a prefeita de usar indevidamente os recursos da
Saúde.
Eles dizem que a verba da Fundação Nacional de Saúde, de R$
2.045.846,67, destinada à melhoria e ampliação do sistema de
abastecimento de água, vem sendo usada sem autorização legislativa, com
várias contratações irregulares já feitas.
Para Inocêncio, o afastamento “é medida salutar afim de que o agente
público não venha a influir na apuração da irregularidade, mesmo porque
tal afastamento não irá acarretar a suspensão dos vencimentos
do prefeito, mas tão somente, tirá-lo do contato com as provas”.
FONTE: JORNAL A REGIÃO
FONTE: JORNAL A REGIÃO
PREFEITO ELEITO VALNIO MUNIZ ESCOLHEU SEUS PRIMEIROS AUXILIARES
EM REUNIÃO NO DIA 17 ÚLTIMO NO COLÉGIO ESTADUAL AMÉLIA AMADO O PREFEITO ELEITO DE JUSSARI VALNIO MUNIZ ESCOLHEU SEUS PRIMEIROS AUXILIARES PARA AJUDAR A ADMINISTRAR JUSSARI A PARTIR DE 2013. SÃO ELES:
INFRAESTRUTURA - JOSÉ GUIMARÃES DE SOUSA, ATUAL VICE-PREFEITO, PRESIDENTE DO PC DO B DIRETÓRIO MUNICIPAL DE JUSSARI, VEREADOR DE 1997-2000, CHEFE DE ESPORTE.
GERÊNCIA DE VIAÇÃO E OBRAS - JOSÉ MASCARENHA, EMPRESÁRIO.
SECRETARIA DE GOVERNO - JOSÉ ROBERTO PEREIRA MENDONÇA, MEMBRO DO DIRETÓRIO MUNICIPAL DE JUSSARI, ATUAL PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO CULTURAL E COMUNITÁRIA NORMÁRIO SALES QUE MANTEM A EMISSORA COMUNITÁRIA JUSSARI FM, SERVIDOR PÚBLICO.
GERÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO ECONOMICO - DEOCLIDES VASCONCELOS, PROFESSOR.
GERÊNCIA MUNICIPAL DE FINANÇAS ESTATÍSTICA - CARLOS ALBERTO SOUZA, EX-GERENTE DO JUSSARI CENTER.
EDUCAÇÃO - SIMONE MARIANO CARDOSO, COORDENADORA DA EDUCAÇÃO NO MUNICIPIO DE ITAJU DO COLÔNIA E JUSSARI, EX-PRESIDENTE DO CONSELHO DE EDUCAÇÃO EM JUSSARI, PEDAGOGA.
GERÊNCIA DA JUVENTUDE - JAMISSON MENEZES, ESTUDANTE DE LETRAS.
DESENVOLVIMENTO SOCIAL - ORENICE SOTERO, PEDAGOGA.
SAÚDE - ANA CLAUDIA SOUZA, BACHAREL EM ENFERMAGEM PELA FTC, ESPECIALIZADA EM SAÚDE COLETIVA NA FATEC, GESTÃO HOSPITALAR PELA UFB E OBSTETRICIA.
O SONHO DO MINISTRO JOAQUIM BARBOSA PODE VIRAR PESADELO
RAMATIS JACINTO:
Publicado em 22 de outubro de 2012 às 13:50
por RAMATIS JACINTO
“Negros que escravizam e vendem negros na África, não são meus
irmãos/Negros senhores na América a serviço do capital, não são meus
irmãos/Negros opressores, em qualquer parte do mundo, não são
meus irmãos../.”
Solano Trindade
O racismo, adotado pelas oligarquias brasileiras para justificar a exclusão dos negros no período de transição do modo de produção escravista para o modo de produção capitalista, foi introjetado pelos trabalhadores europeus e seus descendentes, que aqui aportaram beneficiados pelo projeto de branqueamento da população brasileira, gestado por aquelas elites.
Impediu-se, assim, alianças do proletariado europeu com os históricos produtores da riqueza nacional, mantendo-os com ações e organizações paralelas, sem diálogos e estratégias de combate ao inimigo comum. Contudo, não há como negar que o conjunto de organizações sindicais, populares e partidárias, além das elaborações teóricas classificadas como de esquerda, sejam aliadas naturais dos homens e mulheres negros, na sua luta contra o racismo, a discriminação e a marginalização a que foram relegados.
No campo oposto do espectro ideológico e social, as organizações patronais, seus partidos políticos e as teorias que defendem a exploração do homem pelo homem, que classificamos de direita, se baseiam na manutenção de uma sociedade estamental e na justificativa da escravidão negra, como decorrência natural da relação estabelecida entre os civilizados e culturalmente superiores europeus e os selvagens africanos
É equivocada, portanto, a frase de uma brilhante e respeitada filósofa negra paulistana de que entre direita e esquerda, eu sou preta, uma vez que coloca no mesmo patamar os interesses de quem pretende concentrar a riqueza e poder e àqueles que sonham em distribuí-la e democratizá-la. Afirmação esta, que pressupõe alienação da população negra em relação às disputas políticas e ideológicas, como se suas demandas tivessem uma singularidade tal que estariam à margem das concepções econômicas, de organização social, políticas e culturais, que os conceitos de direita e esquerda carregam. As elites brasileiras sempre utilizaram indivíduos ou grupos, oriundos dos segmentos oprimidos para reprimir os demais e mantê-los sob controle. Capitães de mato negros que caçavam seus irmãos fugidos, capoeiristas pagos para atacarem terreiros de candomblé, incorporação de grande quantidade de jovens negros nas polícias e forças armadas, convocação para combater rebeliões, como a de Canudos e Contestado, são exemplos da utilização de negros contra negros ao longo da nossa história.
Havia entre eles quem acreditasse ter conquistado de maneira individual o espaço que, coletivamente, era negado para o seu povo, iludindo-se com a idéia de que estaria sendo aceito e incluído naquela sociedade. Ansiosos pela suposta aceitação, sentiam necessidade de se mostrarem confiáveis, cumprindo a risca o que se esperava deles, radicalizando nas ações, na defesa dos valores dos poderosos e da ideologia do establishment com mais vigor e paixão do que os próprios membros das elites. A tragédia, para estes indivíduos de ontem e de hoje -, se estabelece quando, depois de cumprida a função para a qual foram cooptados são devolvidos à mesma exclusão e subalternidade social dos seus irmãos.
São inúmeros os exemplos deste descarte e o mais notório é a história de Celso Pitta, eleito prefeito da maior cidade do país, apoiado pelos setores reacionários, com a tarefa de implementar sua política excludente.
Depois de alçado aos céus, derrotando uma candidata de esquerda que, quando prefeita privilegiou a população mais pobre portanto, negra foi atirado ao inferno por aqueles que anteriormente apoiaram sua candidatura e sua administração. Execrado pela mídia que ajudou a elegê-lo, abandonado por seus padrinhos políticos, acabou processado e preso, de forma humilhante, de pijama, algemado em frente às câmeras de televisão. Morreu no ostracismo, sepultado física e politicamente, levando consigo as ilusões daqueles que consideram que a questão racial passa ao largo das opções político/ideológicas.
A esquerda, por suas origens e compromissos, em que pese o fato de existirem pessoas racistas que se auto intitulam de esquerda, comporta-se de maneira diversa: foi um governo de esquerda que nomeou cinco ministros de Estado negros; promulgou a lei 10.639, que inclui a história da África e dos negros brasileiros nos currículos escolares; criou cotas em universidades públicas; titulou terras de comunidades quilombolas e aprofundou relações diplomáticas, econômicas e culturais com o continente africano. Joaquim Barbosa se tornou o primeiro ministro negro do STF como decorrência do extraordinário currículo profissional e acadêmico, da sua carreira e bela história de superação pessoal. Todavia, jamais teria se tornado ministro se o Brasil não tivesse eleito, em 2003, um Presidente da República convicto que a composição da Suprema Corte precisaria representar a mistura étnica do povo brasileiro.
Com certeza, desde a proclamação da República e reestruturação do STF, existiram centenas, talvez milhares de homens e mulheres negras com currículo e história tão ou mais brilhantes do que a do ministro Barbosa. Contudo, nunca passou pela cabeça dos presidentes da República todos oriundos ou a serviço das oligarquias herdeiras do escravismo a possibilidade de indicar um jurista negro para aquela Corte. Foi necessário um governo de esquerda, com todos os compromissos inerentes à esquerda verdadeira, para que seu mérito fosse reconhecido. A despeito disso, o ministro Barbosa, em uníssono com o Procurador Geral da República, considera não haver necessidade de provas para condenar os réus da Ação Penal 470. Solidariza-se com as posições conservadoras e evidentemente ideológicas de alguns dos demais ministros e, em diversas ocasiões procura ser mais realista do que o próprio rei.
Cumpre exatamente o roteiro escrito pela grande mídia ao optar por condenar não uma prática criminosa, mas um partido e um governo de esquerda em um julgamento escandalosamente político, que despreza a presunção de inocência dos réus, do instituto do contraditório e a falta de provas, como explicitamente já manifestaram mais de um dos integrantes daquela Corte.
Por causa desses serviços prestados é alçado aos céus pela mesma mídia que, faz uma década, milita contra todas as iniciativas promotoras da inclusão social protagonizadas por aquele governo, inclusive e principalmente, àquelas que tentam reparar as conseqüências de 350 anos de escravidão e mais de um século de discriminação racial no nosso país.
O ministro vive agora o sonho da inclusão plena, do poder de fato, da capacidade de fazer valer a sua vontade. Vive o sonho da aceitação total e do consenso pátrio, pois foi transformado pela mídia em um semideus, que brandindo o cajado da lei, pune os poderosos. Não há como saber se a maximização do sonho do ministro Joaquim Barbosa é entrar para a história como um juiz implacável, como o mais duro presidente do STF ou como o primeiro presidente da República negro, como já alardeiam, nas redes sociais e conversas informais, alguns ingênuos, apressados e desideologizados militantes do movimento negro.
O fato é que o seu sonho é curto e a duração não ultrapassará a quantidade de tempo que as elites considerarem necessário para desconstruir um governo e um ex-presidente que lhes incomoda profundamente.
Elaborar o maior programa de transferência de renda do mundo, construir mais de um milhão de moradias populares, criar 15 milhões de empregos, quase triplicar o salário mínimo e incluir no mercado de consumo 40 milhões de pessoas, que segundo pesquisas recentes é composto de 80% de negros, é imperdoável para os herdeiros da Casa Grande. Contar com um ministro negro no Supremo Tribunal Federal para promover a condenação daquele governo é a solução ideal para as elites, que tentam transformá-lo em instrumento para alcançarem seus objetivos. O sonho de Joaquim Barbosa e a obsessão em demonstrar que incorporou, na íntegra, as bases ideológicas conservadoras daquele tribunal e dos setores da sociedade que ainda detém o poder por trás do poder está levando-o a atropelar regras básicas do direito, em consonância com os demais ministros, comprometidos com a manutenção de uma sociedade excludente, onde a Justiça é aplicada de maneira discricionária.
A aproximação com estes setores e o distanciamento dos segmentos a quem sua presença no Supremo orgulha e serve de exemplo, contribuirão para transformar seu sonho em pesadelo, quando àqueles que o promoveram à condição de herói protagonizarem sua queda, no momento que não for mais útil aos interesses dos defensores do apartheid social e étnico que ainda persiste no país.
Certamente não encontrará apoio e solidariedade nos meios de esquerda, que são a origem e razão de ser daquele que, na Presidência da República, homologou sua justa ascensão à instância máxima do Poder Judiciário. Dos trabalhadores das fábricas e dos campos, dos moradores das periferias e dos rincões do norte e nordeste, das mulheres e da juventude, diretamente beneficiados pelas políticas do governo que agora é atingido injustamente pela postura draconiana do ministro, não receberá o apoio e o axé que todos nós negros sem exceção necessitamos para sobreviver nessa sociedade marcadamente racista.
Ramatis Jacino é Professor, Mestre e Doutorando em História Econômica Pela Usp e Presidente do Inspir Instituto Sindical Interamericano Pela Igualdade Racial
UMA GRANDE VERDADE, NÃO DEIXE DE LER.... E REPASSAR
Esta
carta foi enviada ao Banco Itaú, porém devido à criatividade com que
foi redigida, deveria ser direcionada a todas as instituições
financeiras.Tenho que prestar reverência ao brasileiro(a) que, apesar de
ser altamente explorado(a), ainda consegue manter o bom humor
Senhores Diretores do Banco Itaú,
Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.
Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc).. Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante.
Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade.
Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até um pouquinho acima. Que tal?
Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade.
Minha
certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte
cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro me atende
muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim
como, todo e qualquer serviço..
Além disso, me impõe taxas. Uma 'taxa de acesso ao pãozinho', outra 'taxa por guardar pão quentinho' e ainda uma 'taxa de abertura da padaria'. Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.
Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco.
Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me cobra o preço de mercado pelo pãozinho.
Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri.
Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de crédito' - equivalente àquela hipotética 'taxa de acesso ao pãozinho', que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar.
Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco.
Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de conta'.
Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura da padaria', pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a padaria.
Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como papagaios'. para liberar o 'papagaio', alguns Gerentes inescrupulosos cobravam um 'por fora', que era devidamente embolsado.
Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos.
Agora ao invés de um 'por fora' temos muitos 'por dentro'.
- Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00.
- Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 'para a manutenção da conta' semelhante àquela 'taxa pela existência da padaria na esquina da rua'.
- A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo.
- Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quentinho'.
- Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer.
Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de seu Banco.
Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?
Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central.
Sei disso. Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco.
Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados..
Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam garantidas em lei, voces concordam o quanto são abusivas.!?!
ENVIEM A QUANTOS CONTATOS PUDEREM.
VAMOS VER SE MEXE COM A CABEÇA DE QUEM FEZ ESSAS LEIS PARA PENSAREM O QUANTO ESTÃO ERRADOS!!!
Já fiz minha parte enviando para você.
Além disso, me impõe taxas. Uma 'taxa de acesso ao pãozinho', outra 'taxa por guardar pão quentinho' e ainda uma 'taxa de abertura da padaria'. Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.
Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco.
Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me cobra o preço de mercado pelo pãozinho.
Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri.
Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de crédito' - equivalente àquela hipotética 'taxa de acesso ao pãozinho', que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar.
Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco.
Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de conta'.
Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura da padaria', pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a padaria.
Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como papagaios'. para liberar o 'papagaio', alguns Gerentes inescrupulosos cobravam um 'por fora', que era devidamente embolsado.
Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos.
Agora ao invés de um 'por fora' temos muitos 'por dentro'.
- Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00.
- Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 'para a manutenção da conta' semelhante àquela 'taxa pela existência da padaria na esquina da rua'.
- A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo.
- Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quentinho'.
- Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer.
Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de seu Banco.
Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?
Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central.
Sei disso. Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco.
Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados..
Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam garantidas em lei, voces concordam o quanto são abusivas.!?!
ENVIEM A QUANTOS CONTATOS PUDEREM.
VAMOS VER SE MEXE COM A CABEÇA DE QUEM FEZ ESSAS LEIS PARA PENSAREM O QUANTO ESTÃO ERRADOS!!!
Já fiz minha parte enviando para você.
Diabetes mata mais que aids e trânsito no Brasil
Por Paula Laboissière/Agência Brasil
BRASÍLIA - Dados do Ministério da Saúde divulgados nesta
terça-feira (13) indicam que 54 mil brasileiros morreram em 2010 em
decorrência do diabetes. Isso significa que a doença matou quatro vezes
mais do que a aids (12 mil óbitos) e superou o total de vítimas de
trânsito (42 mil) no país.
A pasta alertou que o total de mortes provocado pelo diabetes é ainda maior quando se considera que a doença age como fator de risco para outras enfermidades, como câncer e doenças cardiovasculares. Em 2010, o diabetes esteve associado a 68,5 mil mortes, o que totaliza cerca de 123 mil mortes direta e indiretamente.
De 2000 a 2010, a doença foi responsável por mais de 470 mil mortes em todo o Brasil, enquanto a taxa de mortalidade avançou de 20,8 para 28,8 casos para cada 100 mil habitantes.
As mulheres são as principais vítimas e responderam, em 2010, por 30,8 mil mortes contra 24 mil entre os homens. Em 2000, 20 mil mulheres morreram por causa do diabetes, ante 14 mil homens.
A faixa etária com o maior número de mortes, em 2010, é acima dos 80 anos, totalizando 15,7 mil. O número mais que dobrou quando comparado ao ano 2000, quando 6,7 mil mortes foram notificadas na mesma faixa etária.
A pasta alertou que o total de mortes provocado pelo diabetes é ainda maior quando se considera que a doença age como fator de risco para outras enfermidades, como câncer e doenças cardiovasculares. Em 2010, o diabetes esteve associado a 68,5 mil mortes, o que totaliza cerca de 123 mil mortes direta e indiretamente.
De 2000 a 2010, a doença foi responsável por mais de 470 mil mortes em todo o Brasil, enquanto a taxa de mortalidade avançou de 20,8 para 28,8 casos para cada 100 mil habitantes.
As mulheres são as principais vítimas e responderam, em 2010, por 30,8 mil mortes contra 24 mil entre os homens. Em 2000, 20 mil mulheres morreram por causa do diabetes, ante 14 mil homens.
A faixa etária com o maior número de mortes, em 2010, é acima dos 80 anos, totalizando 15,7 mil. O número mais que dobrou quando comparado ao ano 2000, quando 6,7 mil mortes foram notificadas na mesma faixa etária.
Pressão para homens serem dominantes no sexo pode atrapalhar relacionamentos
Ainda há um senso comum de que homens pensam mais em sexo, querem mais sexo, são mais experientes em sexo. E, por mais que, de vez em quando, faça bem para o homem se sentir dessa forma, a expectativa de que ele deve ser o dominante na vida sexual do casal pode atrapalhar o relacionamento. É isso que revela uma pesquisa da Universidade de Yale, que analisou 357 mulheres e 126 homens. O estudo buscava entender como andava a confiança sexual de jovens sexualmente ativos. Para isso, eles respondiam a perguntas sobre sua vida ‘entre quatro paredes’ em um computador. ao lado da máquina, havia uma bacia de preservativos femininos (com uma placa instruindo as pessoas a levarem quantos quisessem e mostrando como usá-los). Além das respostas, os pesquisadores analisaram também quantos preservativos os voluntários levavam para casa. O resultado mostrou que, quanto mais o voluntário (tanto homens quanto mulheres) acreditava que a vida sexual do casal era responsabilidade do homem, menos confiantes eles se sentiam em situações íntimas – e menos preservativos femininos levavam para casa. Segundo os cientistas, os homens que acreditam serem dominantes acabam se sentindo menos confortáveis para discutir o relacionamento e a dinâmica sexual, prejudicando seus relacionamentos. Mulheres que acreditavam na mesma coisa também discutiam menos suas preferências – embora os cientistas notem que é a minoria das moças que acredita que o homem deva se sentir responsável pela vida sexual do casal. As informações são do site Galileu.
fonte: blog Rede Brasil de Noticias
Ministério alerta para consumo de sal
O Ministério da Saúde alertou nesta terça que o consumo abusivo de sal
de cozinha pode causar graves problemas à saúde. O excesso de sódio,
principal componente do sal, está associado ao desenvolvimento da
hipertensão arterial.
Ele também pode causar doenças cardiovasculares, renais e outras que
estão entre as primeiras causas de internações e óbitos. O sódio é
responsável pela regulação da quantidade de líquidos que ficam dentro e
fora das células.
O Ministério da Saúde explica que, quando há excesso do nutriente no
sangue, ocorre uma alteração no equilíbrio entre esses líquidos. O
organismo retém mais água, o que aumenta o volume de líquido,
sobrecarregando coração e rins.
A pressão alta prejudica a flexibilidade das artérias e ataca os vasos,
coração, rins e cérebro. Dados do Ministério revelam que 22,7% dos
brasileiros já receberam diagnóstico de hipertensão.
A Organização Mundial de Saúde recomenda que o consumo máximo diário de
sal seja de menos de 5 gramas por pessoa. Porém, o IBGE revela que o
consumo do brasileiro está em 12 gramas diários.
SAC MÓVEL EM JUSSARI
|
TERRITÓRIO
|
MUNICÍPIO
|
PERÍODO
|
|
LITORAL SUL
|
MASCOTE
|
DIA 19/11/2012
|
|
LITORAL SUL
|
UNA
|
DIA 21/11/2012
|
|
LITORAL SUL
|
ARATACA
|
DIA 23/11/2012
|
|
LITORAL SUL
|
JUSSARÍ
|
DIA 25/11/2012
|
|
LITORAL SUL
|
CAMACAN
|
DIA 27/11/2012
|
SERVIÇOS
OFERECIDOS
- Certidão
de Nascimento;
- Carteira de Identidade;
- Cadastro de Pessoa Física;
- Recadastramento de Pensionistas do Estado;
- Antecedentes Criminais e
- Críticas, denúncias, elogios, orientações, reclamações, solicitações e sugestões sobre os serviços públicos prestados pelo Governo do Estado.
Ao todo são dois caminhões, cada um com uma rota específica que percorrem os 417 municípios da Bahia.
- Carteira de Identidade;
- Cadastro de Pessoa Física;
- Recadastramento de Pensionistas do Estado;
- Antecedentes Criminais e
- Críticas, denúncias, elogios, orientações, reclamações, solicitações e sugestões sobre os serviços públicos prestados pelo Governo do Estado.
Ao todo são dois caminhões, cada um com uma rota específica que percorrem os 417 municípios da Bahia.
Atenciosamente,
Margarete Santos
Coordenação de Articulação Social - COAS
Secretaria de Relações Institucionais - SERIN
Telefone: 71 3115- 9490 / 9579
Email: margarete.santos@serin.ba.gov.br
Assinar:
Postagens
(
Atom
)



Nenhum comentário :
Postar um comentário
DEIXE NESTA PÁGINA O SEU COMENTÁRIO